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2º dia de julgamento é aberto com interrogatório de viúva acusada de mandar matar o marido

O segundo dia da sessão do Tribunal do Júri Popular que julga a viúva Antônia Sousa de Andrade Rocha, 45 anos, acusada de ser a mandante do assassinato que tirou a vida do seu esposo Epaminondas Coutinho, em junho de 2013, é aberto com interrogatórios direcionados a ré.

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A sessão acontece no auditório do Fórum Helvídio Nunes  de Barros que novamente encontra-se lotado as dependências.

Segundo o assistente de acusação, José Solano Feitosa, a previsão é que o interrogatório de Toinha se estenda até o início da tarde desta quarta-feira, 18, e após o intervalo do almoço dê-se prosseguimento aos debates. A expectativa é que os debates sejam realizados por 5 horas, onde acusação e defesa confrontam suas teses e levantam os principais pontos discutidos no julgamento.

” A justiça para ser feita, tem que começar com a condenação da Toinha”

O assistente José Solano Feitosa fez uma avaliação de como transcorreu o primeiro dia de julgamento para a acusação. “Foi um dia extremamente produtivo. O que acontece é que para uma pessoa leiga no Direito, em alguns momentos durante os depoimentos pode ter sido desfavorável para a acusação o que não é verdade. As testemunhas de acusação elas provam de forma cristalina que a Toinha foi a mandante do crime”, afirmou Solano Feitosa.

Ainda segundo o assistente, as testemunhas de defesa durante seus depoimentos não conseguiram desconstituir as provas acareadas durante o processo de investigação.

No lado direito, assistente de acusação, José Solano Feitosa - Foto: RiachaoNet
No lado direito, assistente de acusação, José Solano Feitosa – Foto: RiachaoNet

Sobre a apresentação dos vídeos gravados que trazem o testemunho dos acusados, Irinaldo José do Nascimento, o Teté e do José Manoel dos Santos Matos, o Santino, para a acusação podem ter sido duvidosos. “É normal que os réus falem mentiras durante os depoimentos”, enfatizou o assistente.

Defesa argumenta que inquérito policial foi construído de forma errada

Em entrevista ao Portal RiachaoNet, o assistente de Defesa, Herval Ribeiro, voltou a questionar a construção do inquérito policial, feito pelo delegado regional na época, Tales Guerra.

“Transcorre tudo dentro do esperado. Mas uma vez a acusação teve a chance de provar que a acusada Antônia Sousa tem algum envolvimento na morte do marido, e não conseguiu. O que vimos foi um depoimento muito contraditório do delegado Tales Guerra que tentou justificar o inquérito policial construído de forma incorreta”, explicou Herval Ribeiro.

Assistente de Defesa, Herval Ribeiro - Foto: RiachaoNet
Assistente de Defesa, Herval Ribeiro – Foto: RiachaoNet
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