“A melhor forma de começar a tratar o diabete é com uma alimentação adequada”, diz médico picoense
- O Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro pela OMS e pela IDF, busca intensificar a conscientização global sobre a prevenção e o suporte necessário aos pacientes que enfrentam essa condição crônica.
- O Brasil registra atualmente cerca de 20 milhões de diabéticos, um cenário alarmante impulsionado pelo sedentarismo e por hábitos alimentares inadequados, fatores que elevam significativamente a incidência da doença em toda a população nacional.
- Especialistas recomendam exames anuais após os 40 anos e semestrais após os 60, visando evitar complicações graves como cegueira, neuropatias e falhas renais, reforçando a importância do acompanhamento contínuo com médicos endocrinologistas qualificados.
Nessa quinta-feira, 14 de novembro, foi celebrado o Dia Mundial do Diabetes, que é uma data escolhida pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para reforçar a conscientização a respeito da doença, principalmente para evidenciar a importância da prevenção e oferecer alternativas para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes.
Segundo o médico endocrinologista picoense Leonardo Maia, atualmente há no Brasil pelo menos 20 milhões de pessoas com diabetes, ou seja, 10% da população. “É um número crescente porque a população tá comendo mal e está fazendo menos atividade física e por conta disso os índices de diabetes vêm aumentando”, disse.

O médico, que também é professor do curso de Medicina da UFPI, relatou que a melhor forma de começar a tratar o diabete é com a alimentação. “Não só tratar, mas prevenir o surgimento do diabete e é aconselhado que depois dos 40 anos se faça os exames sobre o diabete pelo menos uma vez a cada ano e depois dos 60 anos seria interessante de até duas vezes por ano “, orientou o profissional.
Por ser uma doença silenciosa muitos não sabem dessa condição, o que pode acarretar complicações sérias como problemas renais e cardiovasculares, neuropatias e até cegueira.
O importante é fazer um acompanhamento com o endocrinologista , especialista da área.
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