ADH constrói e entrega casas para 35 famílias de comunidades rurais de Picos
- A Agência de Desenvolvimento Habitacional concluiu uma etapa importante do projeto que prevê 35 unidades habitacionais na zona rural de Picos, viabilizadas por meio do Programa Nacional de Habitação Rural para famílias locais.
- As novas residências de alvenaria possuem dois quartos, sala, cozinha, área de serviço e piso cerâmico, oferecendo condições dignas de moradia para beneficiários residentes em localidades como Tabuleiro dos Pios e Angical dos Domingos.
- O custo de cada imóvel é de 34,2 mil reais, com subsídio governamental que reduz o pagamento do beneficiário para apenas 1.368 reais, valor parcelado em quatro vezes para facilitar o acesso à casa própria.
A realização do sonho da casa própria e o direito à moradia digna virou realidade para algumas famílias da zona rural de Picos. Com a entrega dessas moradias, a ADH está concluindo mais uma etapa, de um projeto de 35 unidades habitacionais naquele município, os imóveis foram construídos por meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR).
Airan Feitosa Pio Silva, moradora da localidade Tabuleiro dos Pios, é uma das beneficiárias, assim como Amaro Borges, Francimere Rocha, da localidade Angical dos Domingos, Luzilene Evangelista e Maria Isidoria, ambas da localidade Angico Branco e Teresa Maria de Sousa, que foram contemplados com uma casa de alvenaria, com piso cerâmico, dois quartos, sala, cozinha e área de serviço.

Para Teresa Maria, sair da casa velha pra morar em uma nova residência, é motivo de muita alegria e gratidão. “É um presente de Deus”, comenta. Outra vantagem para as famílias são as condições de pagamento. Cada unidade habitacional custa R$ 34,2 mil e o beneficiário vai pagar apensas R$ 1.368, divididos em quatro parcelas de R$ 344. O financiamento, dessa forma, só foi possível devido o subsídio do Governo.
“Não são só as famílias que ficam felizes, ao receber suas moradias. Nós que compomos a ADH, também. A produção de unidades habitacionais representa qualidade de vida para as famílias piauienses. Lamentamos, que os programas que financiam a construção dessas moradias estejam enfrentando uma crise econômica, o que nos impede de avançar o tanto quanto queríamos”, finaliza a diretora-geral da ADH, Gilvana Gayoso.
Ccom/ Rita Lúcia
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