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Agentes penitenciários de Picos aderem a greve por tempo indeterminado

[ad#336×280]Os agentes penitenciários do presídio de Picos, José de Deus Barros, aderiram à greve iniciada na última segunda-feira,24, por tempo indeterminado. Após mais de uma semana,  as atividades na penitenciária picoense continuam paralisadas. No entanto, alguns serviços continuam em funcionamento, pois diante da situação que é caótica, os servidores temem que uma paralisação total venha a acarretar um rebelião dos presos.

Agentes penitenciários podem paralisar as atividades por completo - Foto: Paula Monize
Agentes penitenciários podem paralisar as atividades por completo – Foto: Paula Monize

A penitenciária José de Deus Barros dispões atualmente de apenas quatro agentes penitenciários por plantão para atender a demanda que é estimada em mais de 300 presos. O número apresentado é insuficiente, o que denota uma situação de fragilidade.

O agente penitenciário e supervisor de plantão, Ênio Maniçoba, destaca que as atividades desempenhadas na penitenciária de Picos pararam quase que totalmente. “As visitas familiares ainda continuam porque entendemos que a suspensão das mesmas poderia causar revolta nos presos. De uma forma que eles quebrariam totalmente a cadeia, mas as assinaturas de intimação, de citação, retirada dos presos para praticamente qualquer atividade estão paradas”, disse o agente.

Ênio Maniçoba fala sobre a realidade da greve em Picos - Foto: Paula Monize
Ênio Maniçoba fala sobre a realidade da greve em Picos – Foto: Paula Monize

A paralisação total das atividades no presídio de Picos ainda é uma possibilidade a ser acertada que terá novos rumos após a reunião nesta terça-feira, 02, que define as próximas diretrizes.

Para o agente Antônio José caso o pedido não seja aceito “a partir da quinta as atividades serão totalmente paralisadas, mesmo diante da possibilidade de rebelião”, afirmou.

Antônio José, agente penitenciário - Foto: Paula Monize
Antônio José, agente penitenciário – Foto: Paula Monize

Reivindicação

Os agentes e policiais civis do Piauí reivindicam por um reajuste salarial em 10% que já havia sido acertado com o então governador Wilson Martins e caberia ao atual gestor Zé Filho apenas cumprir o acordo feito pelo antecessor. No entanto, Zé Filho já anunciou que o reajuste será suspendo devido a situação de fragilidade pela qual o Estado passa.

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