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Agricultores da região Sul vão às ruas cobrar do governo solução para problemas da estiagem

Agricultores e entidades vivem momento de incerteza -Foto:Maria Moura

Entidades da sociedade civil, movimentos populares e organizações que formam o Fórum Territorial da Sociedade Civil Sobre Estiagem realizam nesta sexta-feira (3) a Marcha do Grito do Semiárido, ato público que pretende colocar nas ruas de São Raimundo Nonato mais de mil agricultores da região Sul do Piauí e cobrar respostas do poder público às urgências provocadas pela seca.

Além da marcha pelas principais ruas da cidade, uma audiência pública está marcada para as 10h, no Ginásio Poliesportivo de São Raimundo Nonato, com presença confirmada de representantes das principais entidades públicas ligadas ao meio rural.

Entre as pautas provocadas pelo Fórum para realização da manifestação e audiência pública, providências imediatas sobre as proposições e reivindicações apresentadas em três documentos da sociedade civil – Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido, Carta dos Bispos do Piauí e Fórum Territorial sobre Estiagem Serra da Capivara – que estão em posse do Governo do Estado e Governo Federal.

Pontos específicos dos documentos são considerados prioridade para o Fórum, entre eles: a estratégia adotada pela Defesa Civil do Estado para equipamento de poços nos próximos dois meses e suprimento da deficiência no número de carros pipas que abastecem a região. Uma estratégia emergencial do Governo do Estado e Conab para ação de distribuição de alimentos que esteja além do PAA também é vista como necessária e urgente.

As entidades são ainda unanimes em solicitar a anistia e desburocratização na concessão de crédito financeiro destinado a pequenos produtores rurais. De acordo com representantes do Fórum, boa parte das famílias que vivem da agricultura familiar está com pendências em programas de fomento, sendo obrigada a desfazer-se de rebanhos e impossibilitada de produzir nas terras.

A ampliação da Bolsa Estiagem de R$ 80 para R$ 300 e a firmação de ações estruturantes realizadas Pela ASA Brasil e Projeto Dom Hélder Câmara – PDHC no território são vistas como alternativas viáveis que devem ser priorizadas e reproduzidas, dizem as entidades. Todos esses pontos devem ser ecoados na Marcha do Grito do Semiárido.

Fonte: Cáritas Diocesana de São Raimundo Nonato
Maria Moura -Assessoria de Comunicação

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