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Alunos e professores da Rede Estadual realizam manifestação em Picos

Manifestantes cobraram melhorias nas escolas públicas do estado e o pagamento do reajuste salarial para à categoria

Texto e fotos: Mateus Silva

Na manhã desta sexta-feira, 6, alunos e professores da Rede Estadual de Ensino, realizaram manifestação reivindicando melhorias nas escolas públicas do estado e cobrando reajuste salarial para à categoria.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí (Sinte-PI) – Regional de Picos, Giselle Dantas, reclama que desde 2019 o Governo Estadual tem se negado a garantir o reajuste salarial dos professores. Ela relata que uma assembleia foi realizada para explicar para pais e alunos o motivo das escolas continuarem sem aulas.

Alunos e professores cobram o reajuste salarial – Foto: Mateus Silva

“Nós estamos desde 2019 que o Governo Estadual nega o reajuste salarial que é garantido por lei, nós fizemos uma assembleia com estudantes, pais de alunos, que foi muito participativa. Explicamos o motivo de estarmos em greve, porque as escolas estão fechadas, e o motivo de não iniciarmos o período letivo”, frisou.

Ainda de acordo com Giselle Dantas, durante o momento foi debatido sobre melhores condições nas escolas da Rede Estadual. Ela ainda faz uma crítica referente à situação do CEEP Petrônio Portela, mais conhecido por “Premen”.

“Aproveitamos para conscientizar a questão das escolas públicas. Fizemos uma observação até da própria escola onde estávamos realizando à assembleia: o Premen. O governo invadiu tanto aquela escola que daqui a pouco à delegacia já está quase dentro da sala de aula. Já derrubou muro, então, é um descaso com a educação, com a situação das escolas públicas estaduais”, pontuou.

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí (Sinte-PI) – Regional de Picos, Giselle Dantas – Foto: Mateus Silva

Segundo Giselle Dantas, a greve continua até que o governo cumpra com o reajuste estabelecido por lei. “Estamos externando para à população que a greve continua forte e, só iremos recuar quando o governo cumprir com o que nos deve”, comentou.

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