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Vacinação anti-rábica atingiu mais de 80% dos cães em Picos

Vacinação anti-rábica
Foto: Reprodução

O Centro de Controle de Zoonoses de Picos realizou no início do último mês de dezembro a Campanha de Vacinação Anti-Rábica 2011. Ao todo, mais de três mil cães foram vacinados no município modelo.

Doença infecciosa causada por vírus incubados em animais, a raiva pode atingir também os seres humanos. “Caso não seja controlada a tempo, pode levar o homem à morte”, informa o médico veterinário Agenor de Sousa Martins, diretor do Centro de Controle de Zoonoses de Picos.

Diretor do Centro de Controle de Zoonoses de Picos
Veterinário Agenor de Sousa Martins

Além dos cães, os felinos também foram levados aos postos de vacinação. Os animais domésticos devem receber uma dose da vacina todos os anos, a partir dos três meses de vida. “Os cães e gatos são o alvo da campanha por serem os reservatórios urbanos da doença, mas não são exclusivos. Todo animal mamífero pode se tornar um reservatório da raiva”, pontua Agenor.

De acordo com ele, o vírus que provoca a doença se instala inicialmente nos nervos periféricos, atingindo em seguida o sistema nervoso central do animal. A salivação, considerada um sintoma característico da doença, é a forma final de multiplicação do vírus. Caso o animal ataque algum indivíduo nessa fase ou entre em contato com as mucosas de outro animal, ocorrerá a transmissão da doença.

Sintomas
Se o seu animal não foi vacinado e apresenta algum dos sintomas abaixo, procure o Centro de Controle de Zoonoses imediatamente.

– Alterações de comportamento;
– Depressão;
– Demência ou agressão;
– Dilatação da pupila;
– Fotofobia (medo do claro);
– Incordenação muscular;
– Mordidas no ar;
– Salivação excessiva;
– Dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula;
– Déficit múltiplo de nervos cranianos;
– Ataxia e peresia dos membros posteriores progredindo para paralisia.

O animal com suspeita de raiva deve ser isolado e ficar em observação. Em casos extremos, deve sofrer eutanásia, uma vez que a doença não tem cura.

A vacinação é forma mais eficaz de controle e combate da doença.

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