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Apenas duas empresas atendem requisitos para administrar terminais rodoviários

Apenas duas empresas, uma da Bahia e outra de São Paulo, tiveram propostas habilitadas na concorrência para administrar os terminais rodoviários de Teresina, Picos e Floriano por meio da Parceria Público- Privada (PPP). A abertura dos envelopes aconteceu na manhã desta terça-feira (3) no auditório da Secretaria de Administração (Sead).

Outras três empresas chegaram a fazer cadastro no edital de licitação, mas não atenderam aos requisitos exigidos. Um dos pontos do edital previa visitas técnicas aos terminais, que não foram feitas. O governo estima que as concessionárias que assumirão a administração dos terminais devem investir mais de R$ 6 milhões para modernizar os locais.

Terminal Rodoviário Zuza Baldoino - Foto: Romário Mendes
Terminal Rodoviário Zuza Baldoino – Foto: Romário Mendes

De acordo com a superintendente de Parcerias e Concessões, Viviane Moura, nessa primeira etapa da licitação estão sendo avaliadas as propostas técnicas apresentadas pelas empresas e na quarta-feira (4) a análise dos preços. A empresa vencedora da licitação deve ser anunciada na quinta-feira (5).

“Após anunciarmos a vencedora, a outra empresa terá um prazo de cinco dias para recorrer e nós temos um mês para assinar o contrato. Acredito que em janeiro a concessionária já estaja atuando”, explicou a superintendente.

Viviane Moura destacou ainda que as duas empresas que apresentaram propostas já atuam há mais de 40 anos na administração de grandes terminais de passageiros pelo país.

Conforme a Secretaria de Administração, para Picos e Floriano será permitido que as empresas concorram em conjunto, ou seja, na forma de consórcio. A concessão do Terminal Rodoviário Lucídio Portela, em Teresina não permitirá consórcio em virtude da características de demanda e fluxo de passageiros, o que exige conhecimento e habilidade técnica mais apurada.

Ainda de acordo com a previsão feita pelo governo, as concessionárias terão prazo de seis meses para fazer as reformas mais emergenciais e um pouco mais de tempo para a conclusão de outros serviços. A expectativa é que os empreendimentos gerem um faturamento de R$ 127 bilhões, ao longo de 25 anos de contrato.

G1 PI

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