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Audiência pública discute situação da Delegacia Regional de Picos

Uma audiência pública realizada na manhã desta quarta-feira (7), no auditório do Fórum de Picos, debateu sobre a situação da Delegacia Regional da Polícia Civil de Picos. A audiência foi promovida pelo Ministério Público, através da promotora Micheline Ramalho Serejo Silva.

Participaram da audiência o presidente da OAB de Picos, Franck Bezerra; presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Piauí (Sinpolpi), Constantino Júnior; inspetor Jorge Madeira da PRF, diretor da Penitenciaria de Picos, Sinval Hipólito; procurador geral do Município, Maycon Luz; secretário de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana, Edilberto Cirilo; diretor da Uespi de Picos, Evandro Alberto; prefeito de Dom Expedito Lopes, Valmir Barbosa; prefeito de Itainópolis, Paulo Lopes e outras autoridades do município.

Audiência pública discute situação da Delegacia Regional de Picos – Foto: Romário Mendes

Segundo a promotora Micheline, a audiência foi em decorrência de um trabalho realizado pelo MP com um processo administrativo de acompanhamento e fiscalização em relação à Delegacia Regional e atuação dos delegados e agentes da Polícia Civil.

A promotora Micheline informou que o objetivo da audiência foi escutar a população e os demais órgãos em relação a situação da Delegacia Regional da Polícia Civil de Picos para ver a forma que os policiais estão trabalhando, atendendo a população e também sobre suas dificuldades de trabalho.

Micheline frisou ainda que outros temas foram abordados na audiência, como a superlotação tanto na penitenciária masculina como na feminina. “Todas essas questões, que foram abordadas, nós vamos coletar a documentação para subsidiar uma ação civil pública que estamos pretendendo ingressar contra o governo do Estado”, disse.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Piauí (Sinpolpi), Constantino Júnior, denunciou que a Polícia Civil tem um efetivo baixo, uma vez que muitos policiais que fizeram o concurso para Picos foram transferidos para outros locais. “Nós discordamos disso, porque quando esses policiais saem daqui de Picos fica um vazio, ou seja, quem perde é a sociedade”, disse.  

Constantino reclamou também da estrutura precária da Polícia Civil e pede ajuda do Ministério Público para melhorar a polícia judiciária de Picos. “Esperamos que o Ministério Público possa também entrar com ações necessárias para gente conseguir melhorar, do ponto de vista estrutural e de pessoal, a polícia judiciária e o sistema penitenciário da cidade de Picos”, frisou.

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