Auxílio emergencial: Mulher chefe de família receberá R$ 375; quem mora sozinho ganhará R$ 150
- O governo federal estruturou o novo auxílio emergencial com valores variáveis entre 150 e 375 reais, priorizando mulheres chefes de família e limitando o benefício a apenas um integrante por núcleo familiar durante quatro parcelas.
- A estratégia orçamentária prevê um gasto total de até 38 bilhões de reais para atender 40 milhões de brasileiros, mantendo critérios rigorosos de renda per capita e familiar para evitar o acúmulo com outros benefícios sociais.
- A medida provisória que oficializa o programa será editada nos próximos dias, cabendo ao Ministério da Cidadania definir o cronograma de pagamentos que será operacionalizado pela Caixa Econômica Federal utilizando bases de dados já existentes.
O governo vai considerar a composição familiar na hora de conceder o novo auxílio emergencial. Segundo fontes envolvidas nas discussões, o valor do auxílio será de R$ 250, mas mulheres com filhos terão direito a uma cota maior, de R$ 375. Famílias compostas apenas por uma pessoa, receberão R$ 150.
Os valores serão pagos em quatro parcelas a apenas um membro da família. Além disso, não poderão ser acumulados. A estratégia do governo é focalizar melhor o auxílio e atingir maior número de pessoas, um universo superior a 40 milhões de brasileiros. O gasto está projetado entre R$ 36 bilhões e R$ 38 bilhões.
Nessa nova etapa, deverão ser mantidos os mesmos critérios de renda para acessar o auxílio, de meio salário mínimo por pessoa da família (R$ 550) e até três salários mínimos (R$ 3,3 mil).
Os dois requisitos serão aplicados de forma conjunta, ou seja, uma família de apenas três pessoas com renda de até três pisos não poderá ser beneficiada.
Além disso, não terão direito ao auxílio pessoas que recebem algum tipo de benefício do governo, como aposentadoria, pensão, benefício de prestação continuada (BPC), seguro desemprego, trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos e militares.
Os detalhes constarão de uma medida provisória (MP) a ser editada nos próximos dias a fim de iniciar os pagamentos ainda neste mês. Caberá ao Ministério da Cidadania definir o cronograma a ser cumprido pela Caixa Econômica Federal.
Para liberar os pagamentos, a pasta vai utilizar o banco de dados criado no passado e que passou por diversos crivos.
Fonte: Extra/Globo
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