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B-R-O-Bró: Temperaturas devem ultrapassar os 40º

Com a chegada do B-R-O-Bró, as temperaturas consideradas elevadas na região de Picos podem aumentar ainda mais. A previsão é que nos próximos meses, a marca dos 40º seja superada. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

O chefe de meteorologia do INMET, em Picos, Eugênio Lopes disse que as maiores temperaturas registradas até o momento ocorreram no mês de agosto, que atingiram em dois dias consecutivos 39º, e em outra ocasião os 40º.

“Este período que enfrentamos agora chamado de B-R-O-Bró é comum o aumento nas temperaturas. Elas [temperaturas] ainda se manterão elevadas no mês de Setembro e podem aumentar ainda mais nos meses seguintes. A situação não é mais preocupante porque os ventos fortes amenizam a sensação de calor”, afirmou Eugênio Lopes.

Outro problema verificado com as altas temperaturas é a baixa umidade do ar. Em Picos, a umidade do ar já atingiu índices muito baixos cerca de 20%, quando o que é indicado pela Organização Mundial da Saúde é 60%. O cenário piora com o registro de queimadas desordenadas no município que já destruíram quilômetros da vegetação.

Em se tratando da possível ocorrência do fenômeno La Niña, caracterizado pelo aumento de chuvas na região Nordeste do Brasil e a diminuição de temperaturas, o chefe de meteorologia de Picos disse que não há informações concretas sobre o assunto, porém não descarta esta possibilidade. A expectativa é que o La Niña chegasse ao país entre os meses de agosto e setembro do corrente ano.

“Ainda não tenho nenhuma previsão sobre este fenômeno. Embora tenha circulado em vários veículos de comunicação, o Instituto Nacional de Meteorologia não nos repassou nada. Mas isto falo por agora, quem sabe a possibilidade nos meses seguintes”, concluiu.

Eugênio Lopes ainda explicou que apesar do sol forte e calor intenso existem chances remotas de chuvas. Segundo ele, a condição climática no período de verão pode gerar uma mudança ocasional com a formação de nuvens rápidas, seguidas de pancadas de chuvas em áreas isoladas.

FONTE: Jornal O Povo/ Paula Monize

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