Carreta “Ponto Final da Hanseníase” chega a Picos
- A carreta Ponto Final Hanseníase iniciou nesta sexta-feira, 10, atendimentos especializados em Picos, localizados na BR 316, bairro Bomba, com o objetivo de realizar diagnósticos precoces e combater a propagação da enfermidade na região.
- O projeto é uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, oferecendo assistência das 08h às 17h para pacientes da rede pública ou demanda espontânea, visando quebrar a cadeia de transmissão.
- O coordenador Gilberto Valentin destaca que cerca de 100 pessoas são diagnosticadas anualmente na cidade e confirma que o tratamento medicamentoso é iniciado imediatamente na unidade móvel, com acompanhamento posterior pela estratégia de saúde familiar.
A população de Picos conta a partir desta sexta-feira, 10, com o tratamento e diagnóstico da hanseníase através da carreta da saúde “Ponto Final Hanseníase” que realizará atendimentos no município. A carreta está estacionada às margens da BR 316, em frente à Caixa Econômica Federal, no bairro Bomba.

A carreta da saúde “Ponto Final da Hanseníase” que percorre vários Estados brasileiros é uma promoção do Ministério da Saúde junto a Secretaria Municipal de Saúde de Picos, por meio da Coordenação de Combate e controle da Hanseníase. Os atendimentos realizados na carreta terão início a partir das 08h00 se estendendo às 17h00.
O coordenador de combate e controle a hanseníase da secretária municipal de saúde, Gilberto Valentin, ressalta que anualmente 100 pessoas são diagnosticadas com a doença, daí a importância de um programa de prevenção que inclui o tratamento precoce.

“Estamos recebendo os pacientes oriundos da estratégia de saúde da família e também os da demanda espontânea. Acreditamos que o foco da doença em Picos já foi debelado, o que existem são casos que foram contaminados pelas pastas transmissíveis. Devido ao período de incubação que vai de 7 meses a 10 anos pra desenvolver os sintomas, então estamos procurando fazer o diagnóstico precoce para quebrar a cadeia de transmissão” disse o coordenador da campanha.
Gilberto Valentin ainda explicou que uma vez confirmados os testes, o paciente já sai da carreta de atendimento com a medicação, onde o tratamento é iniciado ainda no veículo com a aplicação da primeira dose supervisionada por profissionais de saúde, e posteriormente o mesmo por profissionais da estratégia de saúde da família.
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