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COE pede que governo exija dose de reforço no “passaporte de vacina”

Segundo levantamento da Fiocruz, mais de 500 mil piauienses estão com terceira dose em atraso.

Integrantes do COE (Comitê de Operações Emergenciais de Combate a Covid-19) do estado recomendaram que o governo do Piauí exija no “passaporte da vacina” a dose de reforço.

Segundo levantamento da Fiocruz, mais de 500 mil piauienses estão com terceira dose em atraso.

Em vigor, está a obrigatoriedade do cartão da vacina com duas doses para ter acesso as escolas e órgãos públicos. Agora, a exigência é incluir a dose de reforço. 

Idosos devem retornar para completar esquema vacinal porque são os mais vulneráveis a Covid-19. — Foto: Danilo Girundi / TV Globo

Os infectologistas, pesquisadores e cientistas pedem a manutenção do cartão de vacinação e o uso obrigatório da máscara em qualquer ambiente.

Segundo a diretora estadual da Vigilância Sanitária, Tatiana Chaves, cerca de 50% dos municípios piauienses estão com atraso na vacinação da dose de reforço.

Segundo os especialistas, a dose de reforço é fundamental para evitar as complicações da covid-19.

“São mais de 500 mil que precisam tomar a dose de reforço, principalmente para evitar os agravamentos da doença pela variante ômicron”, destaca Emídio Matos, doutor em Biologia Molecular, que faz parte da Sala de Situação, grupo formado por especialistas da Universidade Federal do Piauí (Ufpi) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Tatiana Chaves informou que o COE recomendou também que o governo do estado solicite ao Ministério da Saúde que disponibilize a quarta dose da vacina, principalmente para os idosos.

“Outra reivindicação é que o Ministério da Saúde agilize a vacinação contra a Influeza H3N2, principalmente para evitar surtos que confunda os sintomas com a covid”, disse Tatiana Chaves.

A diretora da Vigilância Sanitária destaca que mesmo com redução nos casos e óbitos, as variantes, principalmente a Deltacron, coinfecção que mescla Delta e ômicron, descoberta recentemente, deixa em alerta o mundo.

Novo alerta também é que já faz cinco meses que os idosos tomaram dose de reforço e podem estar susceptíveis ao adoecimento pela covid-19.  

Fonte: Cidade Verde

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