Conheça um pouco sobre Guilhermina Bezerra, picoense presa pela ditadura militar
- A assistente social picoense Guilhermina Bezerra e seu marido, o geólogo Ezequias, foram perseguidos pelo regime militar brasileiro enquanto integravam movimentos universitários em Recife, resultando na prisão arbitrária e tortura fatal do casal.
- Ezequias foi brutalmente assassinado por agentes da ditadura e teve seu corpo descartado em um açude com concreto, sendo posteriormente enterrado em uma vala comum sem que a família pudesse realizar o reconhecimento.
- Cinco anos após a execução de seu marido, Guilhermina Bezerra faleceu em um suposto acidente, tragédia que é analisada pela jornalista Lana Krisna como um símbolo da repressão política e do medo durante o regime.
Sabia que uma picoense já foi vítima da ditadura militar brasileira? Conheça um pouco sobre Guilhermina Bezerra, através do texto de Lana Krisna*
Esta é Guilhermina Bezerra, picoense, assistente Social, que morava em Recife-PE e era casada com o geólogo Ezequias. Integravam um movimento universitário, foram presos e Ezequias torturado até a morte, seu corpo foi jogado com uma bola de concreto amarrada à cintura no açude de Escada (cidade ao lado de Recife).

A família não teve o direito de identificar o corpo de Ezequias, nem de enterrá-lo. Ezequias foi jogado na vala junto com outros jovens mortos pelos militares. Guilhermina morreu num “acidente” cinco anos depois.
Para saber mais, confira o artigo da jornalista Lana Lana Krisna CLICANDO AQUI.
Guilhermina Bezerra: Representações de Medo Sobre o Regime Militar Entre as Estudantes da Escola Normal Oficial de Picos (1967-1985)
Lana Krisna é jornalista, mestra em Educação pela Universidade de Pernambuco (UPE), professora e coordenadora do curso de Jornalismo da Faculdade R.Sá.
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