Em Picos, Coordenadoria realiza visitas em conjuntos habitacionais para coibir fraudes
- A Coordenadoria de Habitação de Picos iniciou fiscalizações rigorosas nos conjuntos Louzinho Monteiro e Antonieta Araújo para identificar irregularidades como abandono, sublocação ou cessão indevida de imóveis destinados a programas habitacionais sociais.
- A coordenadora Cláudia Mônica lidera as inspeções após denúncias formais encaminhadas pelo Ministério Público, resultando na identificação inicial de oito residências com suspeitas de descumprimento das normas contratuais vigentes no Conjunto Antonieta Araújo.
- Relatórios detalhados sobre as unidades irregulares serão enviados à Caixa Econômica Federal e ao Ministério Público para que as autoridades competentes adotem as medidas legais cabíveis contra os beneficiários que violaram as regras.
A Coordenadoria de Habitação de Picos está realizando visitas periódicas em residências dos conjuntos habitacionais Louzinho Monteiro e Antonieta Araújo. A iniciativa pretende coibir, notificar e corrigir irregularidades como casas abandonadas, casas alugadas, dentre outros.
A coordenadora de habitação de Picos, Cláudia Mônica, realizou visitas em casas as quais foram denunciadas por moradores e acionadas pelo Ministério Público. Na visita, no Conjunto Antonieta Araújo, ao todo foram identificadas oito residências com indícios de irregularidades.

“Essas visitas respondem a uma notificação do Ministério Público. E nós fazemos a visita para averiguar a denúncia. A denúncia diz respeito a apartamentos desocupados, cedidos a terceiros ou até mesmo alugados”, explica a coordenadora.
Caso seja comprovada a denúncia de irregularidades nas unidades visitadas, a Coordenadoria de Habitação Municipal encaminha relatório à Caixa Econômica e este órgão envia ao Ministério Público, explicando a realidade encontrada no local para que o referido órgão tome as providências legais.
“Existem denúncias falsas. Por isso, fazemos essas visitas periodicamente para descortinar a realidade local, para evitar qualquer tipo de fraude por parte do beneficiário nesses conjuntos”, acrescenta Cláudia Mônica.
Fonte: CCOM
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