Delegacia de Oeiras realiza “Operação Franquia” e alvo é preso em Picos com drogas e munição
- Na manhã desta terça-feira, a Polícia Civil deflagrou a Operação Franquia para desarticular uma rede de tráfico de drogas que atuava no Vale do Canindé, resultando no cumprimento de mandados e na prisão de sete pessoas até o momento.
- Pedro Vitor de Moura foi preso em flagrante no bairro Boa Vista, em Picos, onde as autoridades apreenderam aproximadamente um quilo de maconha, duzentas gramas de cocaína, munição de calibre trinta e dois e um aparelho celular.
- A investigação policial revelou que o esquema criminoso funcionava sob o modelo de franquia, com um fornecedor central que distribuía grandes quantidades de entorpecentes para revendedores locais realizarem a comercialização fracionada aos usuários finais.
Um jovem, identificado pelo nome de Pedro Vitor de Mora, foi preso na manhã desta terça-feira (21), alvo de uma operação deflagrada pela comarca de Oeiras. Ele foi preso em flagrante no bairro Boa Vista com drogas e munição.
De acordo com informações preliminares, a Operação Franquia é oriunda da Delegacia de Oeiras em combate ao tráfico de drogas no Vale do Canindé. Ela visa dar cumprimento à 12 mandados de prisão e 15 de busca e apreensão nos municípios de Picos, Oeiras, São João da Varjota, Santo Inácio do Piauí e Floriano.

Até o momento, sete pessoas já foram presas. Em Oeiras, com um dos alvos, foi encontrado cerca de 1Kg de cocaína, uma balança de precisão e um simulacro de arma de fogo tipo pistola.

Em Picos o alvo era Pedro Vitor, que foi preso em flagrante portando cerca de 1Kg de maconha (30 invólucros), 200g de cocaína (2 invólucros), uma munição calibre 32 e um IPhone 12 Pro Max. Todo o material foi apreendido e levado para a Central de Flagrantes, juntamente com ele.

A Operação Franquia contou com apoio das equipes das delegacias de Picos (DHTL e 3º DP), Inhuma, Simplício Mendes, Força Tática de Oeiras e equipes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes de Teresina – DEPRE.
Sobre o nome
A denominação “Operação Franquia” faz menção à forma do negócio criminoso que os alvos estabeleceram como prática na conduta criminosa ora investigada e executada nesta região. De fato, um dos investigados atuava como um verdadeiro distribuidor de entorpecentes, vendendo em grandes quantidades para os demais alvos. Estes, por sua vez, faziam a venda fracionada e destinada ao consumidor final (usuários de drogas). Salienta-se que a investigação obteve informações de que existiam pagamentos semanais feitos ao fornecedor (franquiador) das substâncias psicoativas, tais como maconha e cocaína, conotando, assim, a existência de um esquema de franquia de entorpecentes.
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