Delegado Samuel Silveira chega a Picos e se reúne com promotor
- O delegado Samuel Silveira esteve em Picos nesta quarta-feira para reuniões estratégicas com o promotor Eloi Pereira de Sousa Júnior, dando seguimento aos desdobramentos da Operação Segor, que resultou em dezesseis prisões recentes na região.
- A aguardada apresentação do laudo técnico de perícia de voz, referente às escutas telefônicas ligadas ao fotojornalista Joel Marques Cardoso, foi adiada para esta quinta-feira, mantendo o estudante de jornalismo detido preventivamente na Delegacia de Entorpecentes em Teresina.
- O magistrado Tiago Brandão, titular da Quarta Vara da Comarca de Picos, confirmou contato contínuo com o delegado e enfatizou a ausência de qualquer interesse em manter sob custódia indivíduos que não sejam alvos centrais das investigações.

Da redação do RiachaoNet
O delegado de Entorpecentes Samuel Silveira chegou a Picos nesta quarta-feira. Ele é responsável pelas investigações realizadas pela Operação Segor, que prendeu 16 pessoas em Picos e cidades vizinhas no último dia 9 de fevereiro.
Durante a tarde o delegado esteve no prédio do Fórum da Comarca de Picos onde se reuniu com o promotor Eloi Pereira de Sousa Júnior. A informação de sua vinda à cidade foi antecipada pelo RiachaNet nesta terça-feira, e esperava-se que ele apresentasse também o laudo técnico da perícia de voz realizada nas escutas telefônicas gravadas a partir do aparelho celular registrado em nome do fotojornalista Joel Marques Cardoso.
Porém, a perícia só será realizada nesta quinta-feira (16). Até lá o estudante de jornalismo acusado de envolvimento no tráfico de drogas permanece preso na Delegacia de Entorpecentes, em Teresina.
O juiz da 4ª Vara da Comarca de Picos, Tiago Brandão, afirmou que está em contato permanente com Samuel Silveira, mas não revelou detalhes sobre o andamento das investigações. Sobre o caso Joel, Brandão afirmou que até as 15h desta quarta-feira (15) ainda não havia sido procurado, e ressaltou que “não há interesse algum de deixar alguém que não seja alvo da investigação sob prisão”.
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