Coordenador financeiro do HRJL rebate denúncias sobre suspensão de cirurgias
- O coordenador financeiro Roberto Moita rebateu denúncias do vereador Rinaldinho sobre a suspensão de cirurgias ortopédicas no Hospital Regional Justino Luz em Picos, justificando que faltas ocorrem quando a demanda mensal supera os limites estabelecidos pelo processo licitatório
- A administração do hospital reconheceu que o quadro composto por oito ortopedistas e três anestesistas é insuficiente para atender à alta demanda da região, embora a fila de espera local permaneça restrita ao prazo máximo de trinta dias
- Em relação às denúncias sobre riscos na radiologia e escassez de profissionais, a gestão esclareceu que os equipamentos de segurança cumprem as exigências legais, restando apenas a emissão do laudo técnico para atestar a conformidade das instalações
[ad#336×280]O coordenador financeiro e administrativo do Hospital Regional Justino Luz- HRJL em Picos, Roberto Moita rebateu denúncias sobre a suspensão de cirurgias naquele hospital. Segundo a denúncia realizada pelo vereador Rinaldinho (PSB) as cirurgias haviam sido suspensas por falta de material ortopédico.
Sobre o assunto, Roberto Moita, frisou que ocasionalmente isto ocorre quando o número de cirurgias ultrapassa a quantidade de material disponível. “Ocasionalmente existe a falta de materiais ortopédicos em razão do processo licitatório, onde a gente tem um padrão de consumo mensal, e quando ultrapassa este consumo mensal vai haver a falta de material. No entanto, a nossa fila de espera é de no máximo 30 dias, enquanto que em Teresina chega a mais de 120 dias”, disse o coordenador financeiro.

Outra fato denunciado é falta de profissionais anestesistas e de ortopedia, além de problemas envolvem segurança para os profissionais que manuseiam procedimentos de radiologia. Em relação ao fato Roberto Moita ressaltou que a sala onde é realizado o procedimento de Raio X existe equipamentos de segurança conforme as exigências da lei. O que falta é realização do laudo em que demonstre a real situação, para que este problema seja anulado.
Roberto Moita informou que no HRJL existem hoje oito ortopedistas, seis da respectiva casa de saúde e dois de outros hospitais que exercem funções variadas desde funções clínicas e puramente cirúrgicas. No entanto, este contingente é pequeno para a demanda do hospital que é alta. Além disto, há três anestesistas, onde um destes no momento exerce a função de prefeito, e no restante dos dias conta-se com a liberação de profissionais pela Cooperativa dos Anestesistas.
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