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Diretora da Uespi de Picos fala sobre futuro da instituição na cidade

Diretora da Uespi de Picos
Sorayne Mangueira

A diretora do campus da Uespi em Picos, professora Sorayne Mangueira, convocou a imprensa na manhã desta sexta-feira, 30, para falar sobre o futuro da instituição no município.

Na última terça-feira, 29, foi lançado o edital com 4.260 vagas para a instituição distribuídas em todo o estado.  Para o campus de Picos são ofertadas vagas para os cursos de Administração (40), Agronomia (35), Direito (40), Enfermagem (30), Licenciatura Plena em Letras/Português (40), Licenciatura Plena em Educação Física (35), Licenciatura Plena em Pedagogia (40), Licenciatura Plena em Ciências Biológicas (35), e Ciências Contábeis (35), totalizando 330 vagas.

De acordo com Sorayne Mangueira, apenas os cursos de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo e Relações Públicas e Ciência da Computação não abriram vagas por necessitarem de investimentos em infra-estrutura e equipamentos.

“O curso de Comunicação Social tem uma exigência particular que é do âmbito tecnológico. Exige o estúdio de rádio e o estúdio de televisão. E o curso de ciência da Computação requer também um investimento computadores”, explicou.

Sorayne revelou que tem se reunido com o governador Wilson Martins, o reitor Carlos Alberto, e também com o secretário de Educação Átila Lira, em busca de soluções e melhorias para o campus de Picos. “O governador Wilson Martins tem como meta de governo a construção, ou finalização da reforma do campus da Uespi de Picos”, afirmou.

Atualmente a reforma do campus encontra-se paralisada. A empresa responsável abandonou a reforma alegando falta de recursos. Segundo informações da professora Sorayne, a construtora responsável gastou R$ 600 mil e solicitou aditivo para concluir o trabalho. “Foram gastos R$ 600 mil e pedido um aditivo. As pessoas responsáveis pelas finanças da Uespi acharam esse pedido abusivo e também um absurdo os gastos e a demora na conclusão da obra”, ressalta.

Após visita do CREA, ainda em 2009, a obra foi condenada e embargada por colocar em risco a vida de funcionários e estudantes.

A diretora fez ainda um apelo aos deputados da região de Picos para que se solidarizem e busquem emendas que possam beneficiar a instituição que atualmente conta com pouco mais de 1.800 alunos.

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