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Dr. Agrimar Rodrigues apresenta Quinto Constitucional à advocacia picoense e busca apoio em eleição

O encontro aconteceu no Restaurante Serrano, na noite desta quinta-feira (02), em Picos.

O advogado picoense Agrimar Rodrigues encontrou-se, na noite desta quinta-feira (02), com diversos profissionais da advocacia de Picos, no intuito de apresentar-se aos que não o conhecem e debater sobre o processo eleitoral que está em curso referente ao Quinto Constitucional do Tribunal de justiça do Piauí, no qual ele concorre ao cargo de desembargador.

“Eu percorri todo o estado do Piauí e não poderia encerrar esse meu giro se não fosse na minha cidade natal, onde fiz minha carreira e tenho meus amigos desde que iniciei nessa área da advocacia. Então é importante conversar com os colegas para poder esclarecer, primeiramente, como funciona o rito dessa eleição”, explicou ele.

A última vez em que aconteceu um processo para escolha de um desembargador para o Tribunal de Justiça do Piauí foi há 13 anos. Considerando o longo período entre os processos, o advogado picoense viu por bem explicar como tudo funciona.

“Alguns colegas advogados mais jovens não conhecem o procedimento e estamos aqui, hoje, para esclarecer. Apesar de eu ter minha carreira consolidada em Picos, vi como necessidade me apresentar aos novos advogados que ainda não conhecem a minha história de vida, minha trajetória, assim como meus compromissos de campanha. Sou o primeiro picoense a ser inscrito para a vaga e o segundo do interior do Piauí a colocar o nome na disputa pelo cargo. Vendo a vida de advogado do interior, conhecendo nossas demandas, tenho condições de fazer um exercício de solidariedade enquanto magistrado. A meta é levar problemas e apresentar soluções”, disse Agrimar Rodrigues.

Após ter percorrido todo o Estado, Agrimar mencionou que as duas principais queixas são a morosidade dos processos frente ao judiciário piauiense e a forma como os advogados são tratados, especialmente os do interior.

“Existem muitas queixas, são muitos os problemas apresentados no que diz respeito à justiça piauiense, especialmente no trato com o advogado e na questão da celeridade. Há muita queixa no que diz respeito à morosidade dos processos. Interagimos com os colegas e eles apresentaram esses problemas. Como advogado há 29 anos, eu conheço as deficiências do judiciário, mas, mesmo assim, quando a gente anda, nos preocupamos em ouvir situações peculiares, particulares de cada lugar”, destacou.

O advogado picoense declarou que, por onde passou, foi bem recepcionado pelos colegas de profissão.

“Por ande andei fui bem recebido. Eu sinto uma sintonia com os colegas quando apresento meu histórico de vida, minha trajetória, percebo que há um sentimento da classe de eleger um colega que realmente tem essa intensa e exclusiva militância. Tudo isso cria essa empatia com os colegas, gera um sentimento de irmandade”, afirmou.

O processo para escolha do novo desembargador do TJ-PI funciona da seguinte maneira:

  1. Todos os advogados regularizados (com mensalidades em dias junto à OAB) votam em seus respectivos candidatos;
  2. Em seguida, os 12 advogados mais votados seguem para um Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, secção do Piauí, e seis são escolhidos;
  3. Destes seis, o Tribunal de Justiça faz a escolha da Lista Tríplice e envia ao Governador do Estado, Wellington Dias;
  4. Por fim, o Governador escolhe aquele que ocupará o cargo de desembargador no Tribunal de Justiça do Piauí.

Veja imagens do encontro:

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