Eleições 2014: Mesários terão 30 dias para justificarem suas ausências
- O segundo turno das eleições em Picos transcorreu com normalidade nas zonas eleitorais dez e sessenta e dois, registrando votação ágil e sem filas, além de superar falhas biométricas observadas no pleito anterior.
- A Justiça Eleitoral notificará os mesários faltosos do último domingo para que apresentem justificativas formais no prazo de trinta dias, sob risco de responderem legalmente pela ausência injustificada durante o processo de votação.
- O advogado Cândido Alexandrino Barreto Neto é investigado por conduta ilegal após publicar nas redes sociais uma fotografia da urna eletrônica contendo o voto no candidato Aécio Neves, violando o sigilo constitucional do pleito.
[ad#336×280]O segundo turno das eleições em Picos, tanto na 10º como na 62º Zona Eleitoral, foi considerado tranquilo. Os problemas registrados no primeiro turno, principalmente em relação à biometria não foi constatado neste último domingo (26).
O chefe de cartório da 10º Zona Eleitoral, Luís Borges, afirmou que não houve formação de filas e os eleitores conseguiram votar em um tempo bem curto.
Segundo Luís, apenas uma urna eletrônica apresentou problemas durante a votação. “Mesmo com o problema da urna, não atrapalhou em nada a votação. Tudo ocorreu bem”, disse.

Em relação à ausência dos mesários no dia da votação, Luís informou que eles serão convocados a irem ao cartório para apresentarem suas justificativas. “Os mesários faltosos terão 30 dias para apresentarem suas justificativas sob pena de responder pela ausência” frisou.
Cerca de seis a oitos mesários não compareceram ao local de votação para trabalhar no segundo turno das eleições
Foto na cabine de votação
As eleições no segundo turno ocorreram de forma tranquila, mas um incidente chamou a atenção dos picoenses, especialmente nas redes sociais, onde o advogado trabalhista Cândido Alexandrino Barreto Neto, postou em seu perfil pessoal em uma página da internet a imagem de uma urna eletrônica com a foto do candidato à presidência da República, Aécio Neves.
O chefe de cartório, Luís Borges, lamentou o caso e afirmou que o ato é uma conduta ilegal. “Acredito que a polícia irá tomar os procedimentos por parte dela e em seguida irá para o cartório para que dê curso no andamento do processo”, concluiu.
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