Em Paulistana: Mães de família e agricultoras interditam BR-407 em protesto. Veja!
Manifestantes protestam contra o fechamento de escolas na zona rural de Paulistana, além da invasão de terras por mineradoras e pelas obras da ferrovia Transnordestina.
RB
Por Roger Bezerra· 2 min de leitura
·Atualizado 08/03/2014
Na manhã desta sexta-feira, agricultoras ligadas ao Movimento dos Pequenos Agricultores interditaram a BR-407 para protestar contra o fechamento de escolas e a pressão exercida por mineradoras e pelas obras da ferrovia Transnordestina na região.
O secretário de Educação de Paulistana, Uélio José, justificou que o encerramento das cinco unidades de ensino rural em regime multisseriado ocorreu em 2013 para combater o analfabetismo, garantindo transporte adequado aos estudantes remanejados.
Durante o ato que durou cerca de noventa horas e contou com a presença da Polícia Militar, os manifestantes também denunciaram a coerção para vender suas terras a preços irrisórios destinados à construção da ferrovia federal.
Resumo gerado por IA (Google Gemini) e revisado pelo RiachãoNet.
[ad#336×280]Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, agricultoras e mães de família interditaram trecho da BR-407, com cartazes, galhos de árvores e bandeiras, na manhã desta sexta-feira (07).
De mãos dadas, os manifestantes protestam contra o fechamento de escolas na zona rural de Paulistana, além da invasão de terras por mineradoras e pelas obras da ferrovia Transnordestina.
Publicidade
Os protestos duraram aproximadamente 1h30, comandado principalmente por mulheres, membros do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA). Os manifestantes alegam que estão sendo pressionados a repassar as terras a baixos valores, para a construção da ferrovia. Viaturas da Polícia Militar foram acionadas para controlar o protesto.
Manifestantes interditaram BR 407 em prol em prol do não fechamento das escolas da zona rural – Foto: Blog do Evangelista
Sobre o fechamento das escolas, o secretário de Educação de Paulistana, Uélio José, disse que as unidades de ensino foram fechadas ainda em 2013, visando melhorias no processo ensino-aprendizagem.
“No ano passado, foram fechadas cinco escolas na zona rural que funcionavam com o ensino multisseriado, que compreendia seis turmas de diferentes níveis na mesma sala de aula, o que compromete o rendimento. O número de analfabetismo era elevado e remanejamos os alunos para reverter este quadro. Ônibus escolares foram disponibilizados para alunos que moram mais distantes”, disse o secretário de Educação.
Fonte: Blog do Evangelista
Receba as notícias no WhatsAppEntre no grupo do RiachãoNet e fique por dentro de tudo em tempo real.
Usamos cookies em nosso site para fornecer a você a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar”, você concorda com o uso de TODOS os cookies.
Leia nossa Política de Privacidade.
Instale o RiachãoNetAcesse como app direto da tela inicial. Rápido, leve e sem ocupar espaço.