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Em Picos, autônomo encontra meios alternativos para se estabelecer economicamente durante a pandemia

A situação de isolamento na cidade de Picos gerou uma escassez na economia devido ao fechamento dos estabelecimentos.

Por Daniela PereiraEstagiária

Desde de 1º de dezembro de 2019 o mundo tem passado por mudanças restritivas com a população. O motivo de tudo isso, foi a propagação do vírus Covid-19, denominado de novo coronavírus, cujo surgimento se deu na cidade de Wuhan, localizada na China.

Tendo em vista aos casos agravados no decorrer dos tempos, no Brasil, o vírus chegou em 26 de fevereiro de 2020 e, de lá para cá, a situação da pandemia passou a se espalhar em todos os estados do país. A partir do primeiro caso que surgiu no Piauí, Picos logo seguiu as recomendações de isolamento social, de acordo com o decreto do governador Wellington Dias. Assim, em 16 de março teve-se o primeiro decreto do isolamento na cidade.

Autônomo Maurício Martins – Foto: Arquivo Pessoal

Não se pode negar que a rotina da cidade de Picos mudou completamente desde então, pois de acordo com a periodicidade das ocorrências dos casos de Covid-19, em 21 de março a feira livre foi suspensa, gerando o pouco fluxo de circulação pela cidade, especificamente no Centro.

Logo, em 24 de março teve o decreto de isolamento das atividades coletivas (bares, shopping, eventos esportivos e religiosos e as lojas) deixando abertos apenas os estabelecimentos considerados essenciais, como farmácias e mercados.

A situação de isolamento na cidade de Picos gerou uma escassez na economia devido ao fechamento dos estabelecimentos. Muitos empresários e autônomos se prejudicaram no período de pandemia, como é o caso do autônomo, Maurício Martins Vieira de Sá, 29 anos, que trabalha há 6 anos com a venda de pipoca.

Devido ao isolamento, o vendedor teve que parar o negócio nas ruas. “Com a chegada da paralisação, tive que parar de sair, pois eu vendia na praça de alimentação e aonde havia movimento de pessoas”, diz. No entanto, o vendedor conta ainda que passou a trabalhar com o delivery, porém o fluxo de vendas por entrega não se assemelha como as vendas nas ruas. “Comecei a investir no delivery, mas não se compara com o que eu vendia antes”, explica. Além disso, as vendas de pipoca tiveram um déficit muito elevado para o pipoqueiro. “Minhas vendas caíram para 90%”, relata.

As vendas das pipocas eram boas para Mauricio, que saia para vender todos os dias e seu faturamento era satisfatório. “Dependia de um evento e final de semana, mas eu vendia bem”, conta. Para se manter financeiramente em tempos de isolamento, o autônomo encontrou um novo meio alternativo com vendas. “Tive a ideia de vender água mineral nas filas de bancos, isso tem ajudado um pouco, mas estou esperando um decreto de reabertura do comércio em tempo reduzido, pois as contas estão chegando e não param”, expõe.

O retorno das atividades comercias na cidade está previsto para o dia 08 de junho, no entanto, não em tempo integral, mas em horários e dias distintos.

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