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Empresa da Bahia é escolhida para gerenciar Rodoviária de Picos

O secretário de governo Merlong Solano anunciou na sexta-feira (28) a empresa classificada para administrar os terminais rodoviários de Teresina, Picos e Floriano, por meio da Parceria Público- Privada (PPP). A concessão escolhida foi a Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico (Sinart), do estado da Bahia, após ser a única aprovada na fase de avaliação das propostas técnica e de preço.

O próximo passo será a abertura do envelope de habilitação da classificada, agendada para às 8h30 de terça-feira (1º), na sede da Superintendência de Parcerias e Concessões. A Sinart, cuja sede fica em Salvador (BA), possui mais de 40 anos de experiência na construção, operação e manutenção de terminais rodoviários, dentre os quais estão os de Maceió (AL), Iguatu (CE), Petrópolis (RJ), Juiz de Fora (MG), Belém (PA) e Salvador (BA).

Terminal rodoviário Zuza Baldoíno
Terminal rodoviário Zuza Baldoíno

“Nosso principal objetivo é garantir que a população tenha atendimento de qualidade. Portanto, dois fatores que contaram muito foram justamente a experiência e capacidade de gestão”, destacou Merlong Solano, que é também coordenador das parcerias público-privadas no Piauí.

De acordo com a superintendente de Parcerias e Concessões, Viviane Moura, depois da assinatura do contrato, os terminais passarão a ser administrados pelo ente privado. No entanto, o governo será responsável por fiscalizar a qualidade dos serviços prestados, gerenciar o contrato, regular a tarifa de embarque e combater o transporte clandestino.

A empresa contratada será obrigada a investir mais de R$ 6 milhões na reforma e modernização dos terminais já nos primeiros dois anos de concessão. Os investimentos serão distribuídos da seguinte forma: R$ 4.124.500,63 para o Terminal Governador Lucídio Portela (Teresina); R$ 1.798.862,87 no Terminal Zuza Baldoíno (Picos); e R$ 101.731,82 destinado ao Terminal Doutor Filadelfo Freire de Castro (Floriano).

Ainda de acordo com a previsão feita pelo governo, as concessionárias terão prazo de seis meses para fazer as reformas mais emergenciais e um pouco mais de tempo para a conclusão de outros serviços. A expectativa é que os empreendimentos gerem um faturamento de R$ 127 bilhões, ao longo de 25 anos de contrato.

Fonte: G1

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