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Escola municipal se adapta a lei de inclusão social

Escola no Umarí é referência em inclusão
Escola no Umarí é referência em inclusão - Foto: Tatiane Luz

De acordo com a Resolução CNE nº 02, de 11 de setembro de 2001, das diretrizes nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, as escolas devem realizar a avaliação do ensino- aprendizagem, para encontrar as necessidades especiais educacionais dos alunos.

A lei da inclusão escolar tem o objetivo de fazer com que as pessoas com deficiência, sejam crianças, adolescentes ou adultos que frequentam apenas as APAES estabeleçam, também, um vínculo de confiança com as escolas regulares e possam interagir socialmente. A inclusão escolar só entrou em vigor no município Picos, no início de 2011, e causou muita polêmica, pois os pais temiam que seus filhos não se adaptassem e não serem aceitos pelos colegas de classe.

A Escola Municipal Borges de Sousa, no povoado Umarí, mostra um exemplo de que o mais importante para a socialização de um aluno deficiente é o trabalho de aceitação da realidade com quem tem a deficiência e com os demais alunos e funcionários. No ano de 2011, a escola recebeu um aluno com deficiência intelectual que não conversava e nem ficava com os demais alunos na hora do intervalo.

“Apesar de o aluno ter deficiência intelectual, a turma nunca ficou indiferente a ele. Sempre ensinamos para nossos alunos que as pessoas com deficiência, assim como as demais pessoas merecem respeito, dedicação, carinho, atenção, um acompanhamento mais especial. Todos entenderam e se adaptaram com facilidade”, se posicionou a professora da Escola Municipal Borges de Sousa, Alzenir Ana da Conceição.

Para o vigia da escola, Jardel Silva, trabalhar em uma escola com um aluno deficiente não é fácil, pois ainda falta uma capacitação para professores e funcionários da escola lidar com este tipo de situação. Mas afirma que funcionários e alunos já se adaptaram à necessidade especial do aluno da escola. “Não existe preconceito em nossa escola”, comentou a aluna Alice Batista, opinião compartilhada pelo aluno Marcos Vinícius Antônio Barbosa da Silva.

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