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Escolas particulares aguardam posição do governo sobre retorno das aulas presenciais

O presidente do Sindicato das Escolas Particulares, professor Marcelo Siqueira, afirmou que até o momento não é possível confirmar se algum nível escolar – infantil, fundamental ou médio – poderá retornar com aulas presenciais em 2020. No momento, a discussão é para o retorno presencial das turmas do Ensino Médio. O Governo do Estado trabalha com a data de retorno para o dia 22 de setembro, mas aguarda posição do Comitê Científico do Nordeste. 

Nesta quinta-feira (03), representantes do Governo do Piauí, da Prefeitura de Teresina, dos órgãos da Saúde e da Vigilância Sanitária, dos Comitês Operacionais e das escolas particulares estiveram reunidos para discutir o retorno das aulas presenciais neste ano. 

“Há uma expectativa de ser uma volta gradual. Essa reunião foi para escutar os representantes das entidades, os estudantes, os professores, as escolas. O certo é que quem se responsabiliza pela volta das escolas é o Estado, tem que fazer o protocolo, disse o professor Siqueira. 

O governador Wellington Dias deverá se posicionar quanto ao retorno das aulas presenciais após reunião do Comitê Científico do Nordeste,  que deve ocorrer na próxima semana, dia 09. O Sindicato deverá acompanhar a decisão do governo, antencipa o presidente da entidade. 

O retorno deverá iniciar com os alunos do 3º ano do Ensino Médio, devido o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para acontecer em janeiro de 2021.  Depois, será o retorno de todo o Ensino Médio. As aulas dos cursos superiores também deverão retornar em setembro.  “Nós não sabemos se algum nível não voltará neste ano. Não ficou nada definido”, acrescenta o professor Siqueira. 

“A gente não pode dizer o quê vai voltar porque são as autoridades de saúde que vão dar  o parecer final. Então, não podemos nos posicionar se vai voltar ou não. Temos que escutar. E essa discussão está acontecendo”. 

No primeiro momento,  as aulas vão retornar de forma presencial e de forma remota, diz o professor. “O Conselho Estadual de Educação já deu todo o suporte legal nesse sentido. As escolas particulares são ágeis. Assim como nós nos preparamos e conseguimos implantar as aulas remotas rapidamente, nós também estamos preparadas para o retorno ou permanecer nas aulas remotas”. 

Questionado sobre a possibilidade de revezamento dos alunos, metade de uma turma no chão da sala e a outra metade acompanhando a aula remotamente, Siqueira comenta que  esse sistema deverá sim ocorrer. “Fará parte do retorno para que não haja aglomeração. Esse com certeza fará parte do protocolo de retorno”.
 
O presidente do sindicato comenta que as escolas precisam cumprir com carga horária, mesmo com as aulas remotas. “As escolas precisam prestar contas ao Conselho Estadual de Educação para poder validar as aulas.  Existe um parecer para dizer como essas aulas remotas aconteceram. As escolas tem que garantir o aprendizado das crianças. Então, não é simplesmente dar aula remota de qualquer jeito”,diz. 

Do Cidade Verde

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