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Estado já distribuiu mais de 590 mil doses de vacina para os municípios

Vacinômetro revela que Piauí aplicou apenas 58% das doses contra a Covid-19.

Segundo dados registrados pelos municípios piauienses no Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), até esta segunda-feira (5), o Governo do Piauí distribuiu 591.130 doses de vacina contra a Covid-19 para seus municípios.

Este total corresponde ao envio para os municípios de 100% das primeiras doses a fim de que sejam vacinados grupos como os quilombolas, idosos com 90 anos ou mais, pessoas idosas (60 anos ou mais) residentes em instituições de longa permanência, pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência institucionalizadas, indígenas, faixa etárias de 85 a 89 anos, 80 a 84 anos, 75 a 79 anos, 70 a 74 anos. A vacinação destes públicos-alvo é de competência de cada um dos municípios que preenchem os dados do Vacinômetro, conforme os imunizantes são aplicados.

Herlon Guimarães, superintendente de Atenção Primária à Saúde e Municípios, destaca a necessidade do registro de dados por parte dos municípios de forma contínua, para que os dados sigam fielmente a realidade daquilo que vem sendo feito no estado na imunização contra a Covid-19.

A nova etapa de vacinação, com as doses que chegaram nesse fim de semana, atende uma porcentagem pequena do público de 65 a 69 anos, dando continuidade às primeiras doses deste grupo, forças armadas, de salvamento e segurança. “Nós recebemos orientações do Ministério da Saúde sobre como deve acontecer a vacinação e os Comandos de Polícias devem seguir rigorosamente essas orientações”, explica Herlon Guimarães.

Vacinômetro revela que Piauí aplicou apenas 58% das doses contra a Covid-19

Mais de dois meses após o início da vacinação, somente 8,88% do público-alvo foi imunizado contra a Covid-19. Pelo vacinômetro, plataforma da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) que mostra a situação da vacinação no estado, das 591 mil doses recebidas, apenas 349.831 mil foram aplicadas, o que corresponde a cerca de 58%.

Cristiane Moura Fé, diretora da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde, explica que a diferença se dá pela dinamicidade da campanha semanal nos municípios.

Foto: Ascom/Sesapi

“O fazer de uma campanha, que já dura mais de 90 dias e vai demorar muito mais, tem comprometido muito a dinâmica e o planejamento dos municípios ao receber a quantidade dividida de repasse em repasse, o que requer uma organização pelo município, o ato vacinal e o registro no sistema de informação. Do momento que é registrado, ao recebimento e à entrega há uma distância em relação ao tempo que o município tem para fazer o registro de doses aplicadas”, explica Moura Fé. 

Segundo ela, não há atraso no repasse das doses recebidas pelo Estado aos municípios.

“Em duas semanas passadas, os voos têm chegado 2h da madrugada e nesse horário estamos com a rede de frios aberta para ser feita a conferência, recebimento e o devido acondicionamento e, após a separação das doses, elas são imediatamente enviadas às regionais de saúde onde encontram-se as redes de frios regionais para que sejam entregues ao municípios. Recebeu, entregou. Essa é a ordem”, disse a representante da Sesapi.

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