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Filha de servidora da ADAPI morta em Santo Antonio de Lisboa segue refugiada

[ad#336×280]Quase 3 meses depois, o assassinato da servidora Francisca Iones de Sousa,  45 anos, em Santo Antônio de Lisboa, continua sem respostas. Segundo a União das Mulheres Piauienses (UMP), o fato de os culpados estarem impunes traz outro problema: em razão do medo, a filha de Iones, Patrícia Carvalho, continua refugiada e seus três filhos não frequentam mais a escola.

Eles estão abrigados em um local sob a proteção do Estado. Contudo, a representante da UMP, Lourdes Melo, aponta falhas na segurança. “Ela está privada da sua liberdade. É uma proteção fantasiosa. Não há policiais. Não tem segurança. As crianças estão sem ir para a escola porque as autoridades dizem que não têm como manter a segurança delas”, criticou.

Para a entidade e a própria família de Iones, não há dúvidas de que o culpado seja o ex-marido de sua filha, identificado apenas como Moacir. Alegam que ele não só agredia a filha de Iones como vivia ameançando as duas e pedem a sua prisão.

“Nós já procuramos diversas instituições, nenhuma delas se posicionou. A polícia só diz que está trabalhando, mas não informa as perspectivas, qual será o próximo passo. O Ministério Público, que era para fiscalizar, também não fala nada”, completou Lourdes Melo.

Segundo a UMP, o suposto suspeito continua circulando normalmente na cidade onde ocorreu o crime. “Nós sabemos que foi ele, todos sabem. A filha dela disse que agora quer falar, que não vai mais se esconder. Nós só queremos que a Justiça seja feita”, disse outra militante, Maria Lúcia de Oliveira.

Iones foi morta no dia 30 de janeiro deste ano, com dois tiros na cabeça no seu local de trabalho, o escritório da Agência de Defesa Agropecuária (Adapi) de Santo Antônio de Lisboa.

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