Gerente é preso acusado de integrar quadrilha do consórcio
- Antonio Paulo Rodrigues, gerente da loja Eletromarcas em Barras, foi preso por integrar uma quadrilha especializada em golpes de consórcios falsos, esquema que já causou prejuízos superiores a um milhão de reais em diversas cidades piauienses.
- A investigação da Polícia Civil aponta que o grupo criminoso, originário do Maranhão, utilizava o prefixo Eletro para enganar vítimas de diferentes classes sociais, incluindo professores e políticos, com promessas de sorteios milionários inexistentes.
- O delegado Humberto Mácola confirmou que o golpe se expandiu por municípios como Miguel Alves, Batalha e Esperantina, sendo que apenas na cidade de Barras o prejuízo financeiro estimado aos clientes lesados atinge 300 mil reais.
[ad#336×280]Um gerente comercial foi preso acusado de integrar uma quadrilha que está dando golpes em vários municípios do Piauí. A prisão pode levar ao líder da quadrilha que engana moradores com falsas promessas em consócios milionários. As vítimas são desde professores, quebradeira de cocos a políticos. Segundo levantamento da polícia, o golpe pode ter causado um prejuízo de mais de R$ 1 milhão.
A Polícia Civil está fazendo o alerta para o golpe do consórcio falso que virou “onda” em vários municípios piauienses. De acordo com a polícia, os consórcios começariam com o prefixo “Eletro”.
Foi preso em Barras (119 km de Teresina), Antonio Paulo Rodrigues, 40 anos, gerente da loja Eletromarcas, responsável pela venda dos consórcios e os sorteios na cidade. Segundo o delegado Humberto Mácola, que investiga o caso na região, as denúncias dos populares resultaram na investigação que chegou até o acusado.

“Ele era o gerente da loja em Barras e nos informou que o consórcio não era dele, mas de uma outra pessoa. Sabemos que a empresa é de alguém da região de Bacabal e Coelho Neto, no Maranhão. Sabemos de vítimas em várias outras cidades. Com certeza este é um esquema grande”, declarou o delegado. Ele estima que o prejuízo das pessoas que participaram do consórcio, apenas em Barras, chegue a R$ 300 mil. Na região também há denúncias nas cidades de Miguel Alves, Batalha e Esperantina.
Com informações do Cidade Verde
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