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Governo e terceirizados divergem sobre atraso em pagamentos

[ad#336×280]Depois de paralisarem o atendimento em postos de atendimento da Agespisa em Teresina em protesto contra o atraso no pagamento dos salários, os servidores terceirizados ameaçam para as atividades em todas as secretarias e órgãos estaduais por falta de pagamento. O Sindicato das Empresas de Asseio e Conserto do Estado do Piauí- Seeacep – denuncia que o Governo do Estado está há mais de seis meses sem cumprir os contratos.

João Henrique nega atraso de seis meses no pagamento - Foto: Reprodução/ Jornal O Dia
João Henrique nega atraso de seis meses no pagamento – Foto: Reprodução/ Jornal O Dia

O secretário de Administração João Henrique Sousa nega as declarações do sindicato e afirma que no mês de outubro foi repassada uma parcela de R$ 36 milhões às empresas. “Não existe a possibilidade de seis meses de atraso. Temos toda documentação que comprava o repasse de R$ 36 milhões. Nós chamamos os empresários para um conversa e isso ficou acertado em reunião. O Governo tem mantido o diálogo, mas pedimos compreensão diante da atual situação”, declarou.

O sindicato denuncia que após decreto de contenção de gastos baixado pelo governador Zé Filho (PMDB), cerca de 3.750 terceirizados devem perder o emprego. De acordo com a presidente do Seeacep, Maria José Mesquita, o número deve ser bem maior porque existem mais empresas que não são filiadas ao sindicato na mesma situação. Segundo ela, o número de terceirizados no Estado chega a 15 mil.

Maria José afirma que as empresas estavam “segurando” os débitos da administração estadual, mas há dois meses a situação se tornou insustentável. “Estas empresas estavam mantendo por conta própria o pagamento dos salários, mas depois de seis meses fica inviável. Além dos salários, tem o ticket-alimentação e o vale-transporte”, declarou.

FONTE:  Jornal O Dia

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