Governo prepara norma para revogar uso da tomada de três pinos
- O governo federal articula a revogação da norma que impõe o uso obrigatório da tomada de três pinos, medida defendida por assessores como Carlos Alexandre da Costa para atender a demandas de setores da sociedade.
- Filipe Garcia Martins, assessor internacional da presidência, utilizou as redes sociais em 6 de abril para propor o fim de políticas como o acordo ortográfico e o uso de urnas eletrônicas inauditáveis no país.
- A gestão de Jair Bolsonaro intensifica a revisão de regulamentações vigentes, incluindo a entrega de um projeto ao Congresso que flexibiliza leis de trânsito, como a obrigatoriedade do uso de cadeirinhas para crianças em veículos.
Depois que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou o fim do horário de verão, instituído no Brasil em 1931, seu assessor internacional, Filipe Garcia Martins, recorreu à sua conta no Twitter, no dia 6 de abril, para defender outras medidas de impacto: “Temos que nos livrar [agora] da tomada de três pinos, das urnas eletrônicas inauditáveis e do acordo ortográfico”. São informações do jornal Valor Econômico.
No início deste mês, Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso entregar o projeto que modifica leis de trânsito, incluindo o fim da exigência de cadeirinha para crianças no banco traseiro.
Agora, diante dos números decepcionantes da economia, o governo resolveu se mexer: prepara uma norma para revogar o uso compulsório da tomada de três pinos – também chamada, por diversos assessores presidenciais, de “tomada do PT”.
“A sociedade brasileira, com toda legitimidade, rejeitou a tomada de três pinos”, diz o secretário especial de Produtividade e Competitividade, Carlos Alexandre da Costa, que tem impulsionado as discussões.
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