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Há mais de 10 anos herdeiros reivindicam na justiça herança de Aderson Antão dos Reis

Da redação:

Decepcionados com a morosidade e descaso da justiça em relação a uma ação de inventário, cuja sucessão foi aberta no ano de 2002 e que trata da herança de Aderson Antão dos Reis e tramita na Comarca de Picos, na 3ª Vara, há mais de 09 anos , ainda continua sem nenhuma solução. O pior é que dos 10 herdeiros diretos, dois já faleceram sem sem ver dividida a herança.

No entendimento dos herdeiros que reclamam a divisão da herança, a morosidade é uma característica dos tribunais, em razão, do efetivo de juízes e servidores ser insuficiente para atender toda demanda, mas não justifica  uma ação como essa  se arrastar por quase 10 anos na justiça sem ter nenhuma solução. O fato denuncia descompromisso por parte de alguns que se escondem atrás de processos e nunca os despacham.

Ainda conforme as reclamantes identificadas como sendo: Danielle Moreira Reis, Emanuelle Moreira Reis e Michelle Moreira Reis  por meio de nota enviada à redação desse veículo de comunicação prostestam contra a morosidade e pedem celeridade da justiça no julgamento da ação de inventário e solução urgente para o caso. Elas  lembram  que dos 10 herdeiros diretos de Aderson Antão dos Reis, dois já faleceram sem se quer ver dividida a herança o que por se só provoca mais angústia e descrédito.

Para situar melhor sobre o caso denunciado, as reclamantes  relatam os episódios que se sucederam desde o ano de 2002, quando foi aberta a citada  ação de inventário e denunciam que nunca houve a prestação de contas dos bens deixados por Aderson Antão dos Reis.

“Inicialmente, a secessão foi aberta em relação à cônjugue mulher, que faleceu antes do varão. Esse invetário nunca foi despachado (ação de 2001). Em 2002, veio falecer o côjugue varão. Pelas regras legais, as duas ações deveriam ser apensadas e tramitarem simultâneamente.  Nunca foram apensadas, pelo contrário, o inventário dos bens da mulher  foram perdidos e apenas em 2010 foi reencontrado, quando da transferência do arquivo dos ofícios para as secretarias. Infelizmente,  quando encontraram o processo da mulher, o processo do marido foi perdido. Então,  foi feita uma ação de restauração de autos e após algumas pressões , foi reencontrado o processo do marido. Foram juntadas  petições que há mais de um ano tinham sido protocoladas e nunca juntadas. Por fim, o processo foi entregue em vista, para um advogado desde julho deste ano e, foi entregue recentemente. Ressalte-se que até agora os processos não foram apensados”, informam as herdeiras por representação de Francisco Reis Antão.

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