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Há quatro meses sem chuva, umidade do ar atinge 25% em Picos

Após quatro meses sem chuvas na região de Picos, a umidade do ar tem atingido índices muito baixos, o que já representa um alerta para a saúde da população. Segundo dados do INMET, a média diária na ‘Capital do Mel’ é de 36%, e durante o período da tarde a umidade cai mais ainda, atingindo 25%.

O chefe de Meteorologia de Picos, Eugênio Lopes, destaca que a baixa umidade do ar tem sido provocada pelas fortes correntes de ventos, acompanhada da falta de formação de nuvens. A situação pode ser amenizada nos próximos meses, onde as correntes de ventos devem diminuir.

Eugênio Lopes, chefe de meteorologia de Picos-Foto: Romário Mendes
Eugênio Lopes, chefe de meteorologia de Picos-Foto: Romário Mendes

A Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que um nível considerado aceitável de umidade do ar para o ser humano deve estar acima dos 30%, o que ainda pode provocar diversos problemas respiratórios. No último mês, quatro cidades do Estado do Piauí foram destaque na mídia nacional por atingir índices de umidade do ar, comparados ao do deserto do Atacama, no Chile.

Eugênio Lopes ainda destacou que o período de estiagem deve se manter nos meses seguintes.

Problemas respiratórios

Com a queda da umidade, existem duas preocupações principais para a saúde. Além do ar poluído, as vias aéreas ficam mais ressecadas, o que favorece a intensificação de problemas respiratórios. Tanto ressecamento pode causar até sangramentos no nariz, mas uma boa dica para quem tem problemas respiratórios como rinite e sinusite é a utilização de soro fisiológico para hidratar as narinas.

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