Homem é preso após roubar mais de mil calcinhas
- Homem de 41 anos foi preso em Turmalina, Minas Gerais, após a Polícia Militar encontrar 1.045 peças íntimas femininas escondidas em seu quarto, incluindo itens localizados sob o colchão e dentro do guarda-roupas.
- O suspeito, detido por força de mandado judicial, já possuía histórico criminal pelo mesmo delito, tendo sido flagrado anteriormente em 2015 na cidade vizinha de Capelinha com centenas de itens furtados de diversas vítimas.
- Autoridades estimam que o número de mulheres afetadas na região do Vale do Jequitinhonha seja expressivo, embora a subnotificação dos crimes persista devido ao constrangimento das vítimas em registrar boletins de ocorrência formais.
Um ladrão de calcinhas e sutiãs foi preso com 1.045 peças íntimas escondidas no quarto de sua casa, em Turmalina, cidade no interior de Minas Gerais. Durante a abordagem, os policiais militares foram surpreendidos ao perceberem que o homem, de 41 anos, estava usando uma das calcinhas.
Segundo informações da Policia Militar, as mil calcinhas e os 45 sutiãs foram encontrados em vários locais do quarto dele: debaixo da cama, dentro do colchão e no guarda-roupas. Em 2015, os furtos de 301 peças íntimas ocorreu em Capelinha, cidade vizinha a Turmalina.

Ao ser questionado pela PM, o homem não deu detalhes sobre os furtos, apenas disse que cometia os crimes em vários locais. Ele foi levado para a delegacia da cidade.
Com base no número de peças apreendidas, é possível dizer que muitas das 8.880 mulheres que fazem parte da população do município, no Vale do Jequitinhonha, já foram vítimas dele, preso, de acordo ainda com a PM, pela segunda vez pelo mesmo crime.
“A Polícia Militar foi até a residência dele, no Bairro São João Batista, para darmos cumprimento a um mandado de prisão por furto. Durante as buscas, encontramos as peças íntimas”, fala o tenente André Dale. Havia roupas íntimas novas e usadas, de várias cores e modelos.
O tenente explica que a PM já recebeu diversas reclamações de mulheres relatando furtos de suas peças íntimas. Porém, muitas vítimas não registram boletim de ocorrência por medo, receio ou vergonha.
Fonte: G1
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