Jornalista realiza exposição de fotopoesias sobre ipês em Teresina
- A partir da próxima segunda-feira, dia 03, o Clube dos Diários sediará a exposição Cor e Calor, do jornalista e ambientalista Dionísio Neto, que apresenta registros fotopoéticos da floração dos ipês em Teresina até o dia 08 de dezembro.
- A mostra utiliza o formato poético tradicional haicai para unir a sensibilidade artística da fotografia à urgência da conscientização ambiental, valorizando a importância climática e estética dessas árvores durante o período mais quente do ano na capital piauiense.
- Além de exaltar a beleza natural e a resistência da vegetação urbana, o projeto atua como um manifesto ecológico ao denunciar o avanço do desmatamento irregular que ameaça diariamente o ecossistema e a qualidade do ar na cidade.
Os ipês florescem na época mais quente do ano e embelezam a capital teresinense, e aproveitando as imagens da natureza em meio a cidade, o jornalista e ambientalista, Dionísio Neto, realiza a partir da próxima segunda-feira (03) a exposição de fotopoesias “Cor & Calor”, que será aberta ao público até o dia 08 de dezembro, no Clube dos Diários.

A Exposição “Cor & Calor” tem o intuito de mostrar a importância das árvores que embelezam a cidade, e a relevância cultural e ambiental que representa o colorido da florada dos ipês, pois após a florada deixam Teresina mais verde.
Com o tema “Uma visão fotopoética da natureza em Teresina”, o jornalista, Dionísio Neto, fotografou ipês em diversas situações. Além de mostrar a beleza da florada, também denuncia o desmatamento irregular na capital.
“No período mais quente do ano elas florescem, e dão sombra para o teresinense, mas além da beleza a exposição desperta o lado artístico da fotografia e da poesia, e visão repassar uma mensagem de valorização do meio em que vimemos.”, disse Dionísio.
Dionísio acrescentou que o estímulo nasceu do site da organização piauiense Poetas do Piauí, que reúne dezenas de novos e atuais poetas na internet. A poesia na fotografia surgiu para completar e interpretar o que viveu o jornalista nos últimos dois anos acompanhando a rotina da florada das árvores. O gênero poético haicai foi o usado, e são essas formas breves de texto que busca capturar um instante, uma ação, e representá-la com palavras.
”Infelizmente a cidade perde muitas árvores diariamente, e as fotopoesias, além de denunciar o que acontece com o nosso verde e colorido, e também são um registro da resistência das árvores que insistem em embeleza nossa cidade e deixar o ar mais puro.”, explicou.
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