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Kléber intensifica contato com lideranças e acredita na união das oposições

Kleber Eulálio
Kleber Eulálio

Por João Paulo Leal

O deputado estadual Kléber Eulálio (PMDB) intensificou no último final de semana os contatos com as mais variadas lideranças de partidos oposicionistas de Picos e, segundo ele, as conversações são animadoras e estão cada vez mais convergindo para o lançamento de um único nome para disputar a eleição deste ano com o candidato ou a candidata da situação.

O comando do Palácio Coelho Rodrigues (sede do Governo Municipal), hoje nas mãos do prefeito Gil Marques de Medeiros, tem todas as chances de passar às mãos de um dos pré candidatos que já lançaram seus nomes. Nisso Kléber Eulálio tem plena convicção. “Mas para isso acontecer, achamos conveniente formamos uma ampla coligação, forte, representativa e que escolha o nome de maior aceitação junto ao eleitorado para encabeçar a chapa” – destacou.

De acordo com o pré candidato do PMDB, o aprofundamento das últimas conversas com os líderes oposicionistas vai resultar numa reunião conjunta nos próximos dias, sem local e data revelados, mas ainda este mês. “Nesse encontro deveremos definir o candidato das oposições” – espera.

RESPOSTA

O deputado Kléber Eulálio também comentou as declarações do deputado federal Jesus Rodrigues (PT-PI), que em entrevista à imprensa de Picos disse que ele (Kléber) tinha que explicar os motivos de seu rompimento com o prefeito Gil Paraibano. Embora tenha o maior apreço por Jesus Rodrigues, Kléber disse que o deputado petista desconhece a política picoense e lembrou que em 2008 apoiou a reeleição do atual prefeito, assim como fez o Partido dos Trabalhadores.

Lembrou também que o seu rompimento político aconteceu em meados de 2009 pelo fato de não concordar com a forma de administrar que o prefeito passou a praticar. Já o PT, que detinha duas secretarias no Governo Gil (Planejamento e Desenvolvimento Econômico), só entregou os cargos em julho de 2010.

“Deixei de apoiar o prefeito em 2009 por não concordar com seu modo de administrar. Creio que o PT deixou de apoiá-lo também pelos mesmos motivos, muito embora tenha sido muito tempo depois” – concluiu Kléber Eulálio.

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