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Lagartas devoram lavouras de mandioca em Araripina

O ataque de lagartas tem causado prejuízo nas lavouras de mandioca de Araripina, no Sertão de Pernambuco. O inseto comeu boa parte das plantas de muitas propriedades da região.

As folhas do mandiocal das localidades das Serras do Marinheiro e da Rodagem, foram consumidas por lagartas conhecidas como mandarová da mandioca. “Não tem folha, não tem nada mais. Comeu tudo. O prejuízo é grande mesmo”, avalia o produtor Carlinhos de Mário Gomes.

A principal explicação para a infestação, é que os produtores não estão fazendo a rotação e vem plantando sucessivamente a cultura no mesmo local. Com os dias alternando entre sol e chuva, houve uma aceleração no ciclo da lagarta.

Controle químico:

Esta é a opção mais inadequada do ponto de vista ambiental, porém não pode ser descartada por técnicos, extensionistas e produtores, diante dos prejuízos econômicos decorrentes do ataque severo dessa praga. Para indicar os inseticidas que poderão ser utilizados no combate à praga, os técnicos precisarão consultar um agronomo, visando à recomendação segura dos inseticidas registrados no MAPA, para o controle do mandarová na cultura da Mandioca. Em Araripina a Agrovet do engº agronomo Mário Reis, dispõe dos principais produtos que combatem a mandarová.

Conforme a severidade do ataque e da fase em que a lagarta se encontra, será necessário optar entre as alternativas sugeridas, dependendo da disponibilidade dessas soluções para os produtores. Em alguns casos, poderá ser necessária a combinação de estratégias de controle biológico e químico, para maior eficiência. Por exemplo, a ação do baculovírus (segunda alternativa) não atinge as lagartas adultas, que descem das árvores para empupar no solo e se transformar em mariposa. Nesse caso, é importante adotar medidas de controle químico (quarta alternativa) na parte baixa dos plantios para combater o inseto em seus estágios finais.

Quais as orientações para o produtor que ainda não teve suas lavouras atacadas?

O produtor deve se informar sobre a praga e monitorar suas lavouras; buscar informações com os técnicos da assistência técnica e extensão rural que atuam no município; conversar com produtores que tiveram suas lavouras atacadas; e saber quais as instituições devem ser avisadas quando da ocorrência da praga.

Fonte: Blog do Roberto

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