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Mais de um milhão de piauienses já tomaram a dose de reforço contra a Covid-19

Nesta segunda-feira (07), o Estado atingiu a marca de 1.016.408 doses de reforço aplicadas, de acordo com nos números do Vacinômetro, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi).

A população piauiense segue aderindo à campanha de vacinação contra a Covid-19. Nesta segunda-feira (07), o Estado atingiu a marca de 1.016.408 doses de reforço aplicadas, de acordo com nos números do Vacinômetro, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi).

Para alcançar mais piauienses vacinados contra a Covid-19, em todas as etapas de imunização, a Sesapi vem trabalhando, junto com os municípios, estratégias para que as vacinas possam chegar de forma mais célere aos braços da população.

Vacinação Covid – Foto: Isael Pereira

“O Governo do Piauí, Sesapi e municípios debatem diariamente, por meio dos técnicos da secretaria, soluções que ajudam aumentar a quantidade de pessoas vacinadas. Nossas equipes estão sempre atentas às demandas dos profissionais que estão na ponta aplicando a vacina, para que o trabalho seja realizado de forma efetiva”, lembra o secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto.

No Brasil, a dose de reforço está disponível para toda a população acima de 18 anos, que recebeu a segunda dose há quatro meses. Quem se contaminou com o coronavírus deve esperar o prazo de 30 dias, após a confirmação da infecção, para receber a terceira dose. Gestante e puérperas, acima de 18 anos, precisam esperar 45 dias após o parto para tomar sua dose complementar.

“A terceira dose ou dose de reforço vem para proporcionar o aumento da quantidade de anticorpos circulantes no organismo, por isso é fundamental que os piauienses, que tomaram sua segunda dose há quatro meses ou mais, procurem os postos de saúde de seu município e tomem sua dose de reforço”, afirmou o gestor.

Além da terceira dose, também está disponível para a população imunossuprimida uma quarta dose, que deve ser tomada quatro meses após ter recebido o imunizante de reforço. A imunização deve ser feita obrigatoriamente com o imunizante da Pfizer. Estão incluídos no grupo pessoas com imunodeficiência primária grave, em tratamento quimioterápico, que fizeram algum tipo de transplante de órgãos ou de células tronco, que vivem com HIV/AIDS ou realizam hemodiálise.

“Estudos mostram uma redução na efetividade dos imunizantes a partir de quatro meses após a conclusão do ciclo vacinal e na necessidade de reforçar a imunidade em grupos que são mais vulneráveis aos casos graves da Covid-19. Por isso a necessidade de uma quarta dose para complementar a proteção desse grupo”, explica o superintendente de Atenção à Saúde e Municípios da Sesapi, Herlon Guimarães.

O esquema de vacinação da dose de reforço pode ser realizado da seguinte maneira; àqueles que receberam a CoronaVac podem tomar a terceira dose com as vacinas da Pfizer, AstraZeneca e Janssen; os vacinados com AstraZeneca devem receber Pfizer, Janssen ou a AstraZeneca; já o indivíduos que tomaram as doses da Pfizer podem receber o reforço da Janssen, Pfizer ou AstraZeneca.

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