Médicos da Sesapi voltam a cruzar os braços nesta segunda
- Médicos da Secretaria de Estado da Saúde paralisaram os atendimentos eletivos nesta segunda-feira, vinte e oito, para protestar contra o descumprimento da Lei da Carreira Médica, a insalubridade no trabalho e a ausência de reajustes salariais.
- A categoria exige a atualização urgente do piso salarial com base em estudos da Fundação Getulio Vargas, articulados pela Federação Nacional dos Médicos, substituindo a defasada legislação federal vigente desde o ano de mil novecentos e sessenta e um.
- Durante a paralisação, que afeta consultas e cirurgias em hospitais estaduais, apenas urgências funcionam, enquanto uma nova Assembleia Geral foi agendada para o dia seis de dezembro para definir possíveis novos desdobramentos e paralisações do movimento.

Por conta do descumprimento da Lei da Carreira Médica, insalubridade e sem reajuste salarial, os médicos vinculados à Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) decidiram paralisar o atendimento nos hospitais estaduais nesta segunda-feira (28).
As consultas e cirurgias eletivas estão suspensas. Apenas os serviços de urgência e emergência vão funcionar. No próximo dia 06 de dezembro, uma nova Assembleia Geral será realizada para decidir os rumos do movimento. Se não houver acordo, novas paralisações serão feitas.
A categoria pede a correção inflacionária dos salários, tendo em vista que a lei que rege o salário mínimo dos médicos data de 1961, encontrando-se, portanto, em desacordo com a realidade atual. Dessa forma a categoria defende a implantação do piso salarial proposto pela FENAM, baseado em estudos da Fundação Getulio Vargas.
Essa é a segunda paralisação realizada pela categoria. A primeira, de 72 horas, ocorreu no mês de outubro. Durante os três dias de paralisação, cerca de 90 mil atendimentos deixaram de ser feitos.
Reportagem: Portal da Clube
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