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Ministério da Saúde anuncia redução da quarentena para infectados por covid-19 para sete dias

Pacientes poderão realizar novo teste da Covid-19 no quinto dia, caso não apresente mais sintomas

O Ministério da Saúde anunciou, nesta segunda-feira, a redução do tempo de quarentena para pacientes com Covid-19 para sete dias. De acordo com a pasta, a medida vale para pessoas em casos leves e/ou moderados. Conforme a pasta, a pessoa poderá realizar um novo teste já no quinto dia de isolamento social, caso não apresente nenhum sintoma respiratório, febre ou esteja sem fazer uso de medicamento há 24 horas.  As informações são do Correio do Povo.

Com o resultado negativo, ele poderá sair do período de quarentena, desde que seguindo as medidas de prevenção como evitar aglomerações, utilização de álcool gel e máscaras. Se tiver resultado positivo, o paciente deverá seguir em isolamento social até o décimo dia.

A sugestão da Saúde acompanha a atualização do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, que reduziu de dez dias para cinco dias o tempo recomendado de isolamento para assintomáticos, desde que prossigam com o uso de máscara e testem negativo para a doença. No caso dos sintomáticos, a recomendação é reduzir a quarentena de catorze para sete dias.

A medida começou a ser debatida com mais profundidade depois que hospitais e centros médicos brasileiros implementaram redução das quarentenas, permitindo o retorno antecipado de profissionais de saúde aos postos de trabalho. Na semana passada, a prefeitura do Rio de Janeiro publicou uma resolução reduzindo de duas semanas para cinco dias o período mínimo de isolamento recomendado.

Antes da reunião, ainda não havia consenso entre os secretários para definir a redução. Na avaliação de Queiroga, entretanto, um dos pontos em prol da flexibilização foi o avanço da vacinação no Brasil. O ministro destacou que há imunizantes suficientes para cumprir todo o cronograma da pasta e garantiu que o mesmo ocorre quanto a medicamentos e equipamentos para tratar pacientes com Covid-19.

“Gostaria de tranquilizar os brasileiros que o Ministério da Saúde tem provisões”, disse o ministro. Ele reconheceu o potencial transmissivo da variante ômicron e afirmou que, no pior cenário em relação a um aumento de internações, há “capacidade de duplicar os leitos de terapia intensiva, se esse for o caso”.

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