Morada Nova: População cobra presença da Polícia Militar
- A Associação de Moradores do bairro Morada Nova, em Picos, denuncia um aumento alarmante de furtos e assaltos, atribuindo a insegurança à redução drástica na frequência das rondas realizadas pela Polícia Militar local.
- Inês Costa, presidente da entidade, formalizará um pedido ao 4º BPM solicitando o reforço do policiamento ostensivo e a realização de palestras educativas para orientar os residentes sobre estratégias de prevenção à criminalidade urbana.
- O tenente-coronel Wagner Torres, comandante do 4º BPM, nega alterações no efetivo e justifica a distribuição das viaturas conforme zonas de maior incidência criminal, assegurando que o atendimento emergencial permanece disponível via chamado telefônico.
[ad#336×280]Está faltando segurança ao bairro Morada Nova. A reclamação vem da Associação de Moradores do bairro que denuncia o crescimento no número de casos de arrombamentos, furtos e assaltos a residências e moradores do conjunto habitacional.
“Estamos vivendo momentos difíceis no que diz respeito à segurança”, comenta Inês Costa, presidente da entidade. De acordo com ela, há alguns meses a presença do policiamento ostensivo nas ruas do bairro era maior, com passagens constantes de viaturas da Polícia Militar e Ronda Cidadão.“Hoje, tenho reclamações de que uma, duas ou três vezes na semana é que eles [viaturas] aparecem”, reclama.

“Como é um bairro com muitas casas, muita gente, a comunidade está preocupada e pede ao comandante do 4º BPM que ele mande viaturas com mais frequência para o nosso bairro e para todos os demais bairros de Picos”, apela.
A presidente da Associação de Moradores ainda informa que deve enviar ofício ao comando da PM solicitando a realização de palestras no bairro com temáticas que abordem a segurança pública.
Procurado pelo RiachaoNet, o comante do 4º BPM, tenente-coronel Wagner Torres, informou que não houve mudanças no policiamento ostensivo da cidade. Segundo ele, as viaturas são distribuídas através de zonas previamente definidas e com alcance que pode abranger mais intensamente áreas com maior índice de criminalidade.
“Quando a comunidade necessitar da polícia, basta ligar que iremos até o local”, garante ele.
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