Morte de pedreiro em ação da PRF repercute na política
- O pedreiro Joílson Pereira, de 39 anos, morreu na manhã de quarta-feira, 03 de junho, após ser baleado com dois tiros por um agente da Polícia Rodoviária Federal durante uma abordagem no Bairro Bomba, em Picos.
- Lideranças políticas locais e estaduais utilizaram as redes sociais para repudiar a ação violenta dos policiais rodoviários federais, classificando o episódio como desastroso e cobrando rigorosa apuração das autoridades competentes sobre o caso.
- Figuras públicas como a diretoria do CIEM Maria Santana, o vereador Hugo Victor, o pré-candidato Araujinho e o deputado federal Assis Carvalho exigiram transparência nas investigações, apontando indícios de racismo e a morte de um trabalhador desarmado.
A morte do pedreiro Joílson Pereira, de 39 anos, na cidade de Picos, ocorrida manhã de quarta-feira (03/06), após levar dois tiros na noite anterior de um agente da Polícia Rodoviária Federal durante uma abordagem no Bairro Bomba, repercutiu no mundo político.
Várias lideranças políticas utilizaram suas mídias sociais e se manifestaram repudiando ação desastrosa dos policiais rodoviários federais e cobrando providências por parte das autoridades competentes.
A diretora do Centro Integrado de Especialidades Médicas (CIEM), jornalista Maria Santana (MDB), usou o instagram para dizer que uma família perdeu um ente querido para o racismo.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Hugo Victor (MDB), prometeu acompanhar de perto a investigação do caso, exigindo rapidez e transparência na elucidação do mesmo e imputação das devidas responsabilidades.

O empresário e pré-candidato a prefeito de Picos, Araujinho (PT), se solidarizou com a família enlutada e pediu a apuração dos fatos.

O deputado federal, Assis Carvalho (PT), escreveu no seu perfil que uma abordagem policial terminou com um trabalhador, negro e desarmado, morto com dois tiros.

Fonte: Web Piauí
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