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Mulher suspeita de participar da morte de policial do Bope é presa

A sétima e última pessoa suspeita de ter participação, direta ou indireta, na morte do policial Claudemir Sousa, de 32 anos, foi presa na noite dessa quarta-feira (7) em Teresina. Segundo a Polícia Militar, é uma mulher e foi presa após investigação do Grupo Reservado. O policial do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Piauí (Bope) foi executado na noite de terça-feira (6) quando saia de uma academia no bairro Saci, na Zona Sul de Teresina.

Sétima pessoa acusada de envolvimento na morte de policial é preso -(Foto: João Cunha/G1)
Sétima pessoa acusada de envolvimento na morte de policial é preso -(Foto: João Cunha/G1)

“Ela foi detida após uma investigação minuciosa do Reservado da Polícia Militar e foi detida entre 19h e 20h. Ela era a única pessoa que faltava para ser detida suspeita de ter envolvimento na morte do policial. Após a prisão ela foi encaminhada para a sede do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) e deve prestar depoimento nesta quinta-feira (8)”, disse o tenente coronel Jhon Feitosa, da assessoria de comunicação da Polícia Militar.

A suspeita da polícia é que ela tenham participado passando informações para os atiradores dos passos do policial. A polícia acredita, inclusive, que tenha sido ela a responsável por avisar quando o policial estava saindo da academia, momento que aconteceu o crime.

Todos os suspeitos de envolvimento no crime já estão presos e agora a Polícia Civil tem dez dias para realizar as investigações necessárias e concluir o inquérito. A suspeita é de crime passional.

Outras prisões
Ainda na tarde de quarta-feira (7) o sexto suspeito de executar o policial foi preso e admitiu ter sido contratado e que que receberia R$ 5 mil pelo serviço. Segundo o comandante Paulo Silas, da Companhia do Promorar, ele foi preso por meio de uma denúncia anônima e durante a prisão o mesmo confessou participação efetiva na morte do policial, utilizando um revólver calibre 38, enquanto o outro comparsa portava uma pistola.

“Ele disse ter recebido o convite do seu comparsa para matar Claudemir, mas não sabia que a vítima era policial. O suspeito também confirmou que a motivação do crime teria sido passional”, disse Paulo Silas.

Na manhã de quarta-feira (7), outros cinco suspeitos de participar da morte do polical foram presos. O crime aconteceu na noite de terça-feira (6), quando Claudemir Sousa, de 32 anos, estava saindo da academia onde treinava.

De acordo com o secretário de segurança, Fábio Abreu, um dos suspeitos usava tornozeleira eletrônica e a partir do monitoramento dele os policiais chegaram aos demais envolvidos no assassinato, inclusive, ao mandante, que é funcionário da Infraero. Também entre os presos está um taxista, apontado como o agenciador dos atiradores. A polícia suspeita de crime passional.

“Temos a figura de um taxista como agenciador daqueles que o executaram. O mandante é funcionário da Infraero e, em função de um problema relacionado a um caso com uma mulher que o policial também se envolveu, houve essa ordem para que essas pessoas o executassem”, disse o secretário.

Velório
Clima de muita comoção e tristeza marcou o velório do cabo Claudemir de Paula Sousa no bairro Saci, Zona Sul de Teresina. A cerimônia foi nesta quarta-feira (7) na capela São Sebastião, da Polícia Militar, no bairro Cristo Rei.

Familiares, amigos e corporações da Polícia Militar estavam presentes para prestar as últimas homenagens para o policial. Claudemir era formado desde 2008 e atuava na polícia desde 2009.

O enterro foi realizado no cemitério Jardim da Ressurreição, Zona Leste de Teresina.

FONTE: G1PI

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