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“Não há nenhuma chance de renovação do Auxílio Emergencial” , diz líder do Governo da Câmara

Ele acrescentou que não há espaço orçamentário para acomodar a continuidade do auxílio.

O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, descartou nesta segunda-feira, (14/12), a renovação do auxílio emergencial porque, “em princípio”, o governo não vai prorrogar o “orçamento de guerra” que suspendeu a aplicação de regras fiscais. “Em princípio, não haverá prorrogação do orçamento de guerra.

Não havendo prorrogação, não há nenhuma chance de renovação do auxílio emergencial”, comentou o parlamentar em evento online da Eurásia.

Ele acrescentou que não há espaço orçamentário para acomodar a continuidade do auxílio.

“Obviamente, não tem fura-teto”, disse o deputado, referindo-se à regra que estabelece um limite máximo às despesas públicas.

O líder do governo na Câmara ponderou que o governo pode reeditar o programa de auxílio emergencial apenas se uma nova grande onda de contaminações, paralisando completamente a economia, atingir o país no ano que vem.

Neste caso, observou, o auxílio teria de ser financiado pela redução de renúncias fiscais que somam R$ 370 bilhões.

Contudo, ele disse não perceber hoje tal risco. “Não vejo pressão sobre a prorrogação do auxílio. Muitos retomaram atividades, que estão quase sendo normalizadas em cidades do interior. Isso permite que as pessoas voltem a ter sua renda”, disse Barros.

“Temos ainda algumas medidas restritivas de combate à pandemia, mas não uma paralisação que justifique a necessidade de auxílio emergencial”, complementou.

Ele assinalou, contudo, que o governo segue trabalhando em frentes, como um programa de microcrédito, para ampliar o alcance do Bolsa Família, que chega hoje a 20 milhões de brasileiros.

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Fonte: CNN

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