OAB e Procon fiscalizam casas lotéricas e bancos em Picos
- O Procon de Picos e a OAB iniciaram nesta quinta-feira, 04, uma força-tarefa de fiscalização em agências bancárias e comércios locais para conter aglomerações e garantir o cumprimento das normas sanitárias contra a Covid-19.
- A operação estende-se até sexta-feira, 05, com foco na organização de filas e no uso obrigatório de máscaras e álcool em gel, visando proteger a saúde pública conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.
- O coordenador Lázaro Curica confirmou que a ação também combate a especulação financeira, monitorando preços abusivos de insumos de prevenção, enquanto gestores bancários reforçam a importância da conscientização coletiva para mitigar riscos de contágio.
Nesta quinta-feira (04), uma comissão integrada pela equipe do Procon de Picos, juntamente com membros da OAB, iniciaram a fiscalização e orientação de estabelecimentos comerciais e agências bancárias do município. A ação continuará nesta sexta (05) e tem como objetivo apurar a real situação desses ambientes que têm aglomerações recorrentes.
Essa iniciativa é mais um reforço para garantir o cumprimento das medidas necessárias à prevenção e contenção da covid-19, que são impostas pelo Ministério da Saúde. “Nossa intenção é evitar possíveis aglomerações nesses locais, seja na composição de filas desordenadas ou com número expressivo de pessoas expostas”, disse o Presidente de Direitos do Consumidor da OAB, subseção de Picos, Mário Philipe.

O coordenador do Procon de Picos, Lázaro Curica, disse que a ação vai além da orientação em relação ao uso de máscara e álcool em gel, serve também para fiscalizar o preço dos produtos relacionados a Covid-19. “Um dos nossos objetivos é inibir a especulação financeira em torno da venda de produtos destinados à prevenção do coronavírus, principalmente na venda de máscaras e álcool em gel”, pontua.
Para a gerente geral do Banco do Brasil, Agência Picos, Maria Helena Dantas, é preciso uma parceria entre órgãos públicos e entidades representativas, além da conscientização da população. “Isso deveria partir de cada cidadão, já que muitas vezes, falta consciência por uma pequena parcela. Portanto, é salutar que setores públicos e entidades se juntem para unir forças nesse momento tão crucial”, comentou.
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