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Paciente com suspeita de Febre do Nilo espera resultado em casa

[ad#336×280]Já está em casa o paciente com suspeita de ser portador do vírus da Febre do Nilo. Segundo a diretora da Unidade de Vigilância e Atenção à Saúde (UVAS), Telma Evangelista, o paciente natural de Aroeiras do Itaim obteve a liberação do Hospital de Doenças Tropicais Natan Portela e aguarda em casa o resultado das novas análises, que devem sair na próxima semana.

De acordo com a diretora, o paciente voltou a ter o movimento das pernas e dos braços, mas ainda não caminha.

Em agosto deste ano, o paciente deu entrada no Hospital Natan Portela e foi liberado. “Fizemos a solicitação para que ele fosse internado novamente com base nos primeiros testes, em que o paciente apresentou quadro grave meningite, febre alta, encefalite e fraqueza muscular. Mais dois exames foram realizados para identificar a doença”, explica.

Aroeiras do Itaim
Aroeiras do Itaim

Os primeiros testes feitos no paciente buscaram identificar o grupo ao qual o vírus pertence.  Sendo positivo para o grupo arbovírus, que abrange doenças como a Febre Nilo, febre amarela e a meningite, novas amostras foram solicitadas.

Um protocolo de investigação já foi iniciado pela Vigilância Epidemiológica. A família do paciente também já passou por testes para detectar a presença de novos casos na região.

Se confirmado, este será o primeiro caso da doença no Brasil em humanos. No país, foram encontradas evidências em 2011 da presença do vírus da Febre do Nilo Ocidental apenas em animais nos estados do Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O vírus pode infectar aves, humanos, cavalos e outros mamíferos.

A doença é uma virose transmitida por um vetor (mosquito), cuja manifestação clínica varia de uma infecção leve a um quadro graves, que vai desde uma febre passageira a uma encefalite grave. A partir de sua introdução nos Estados Unidos em 1999, mais de 27.500 casos foram registrados com mais de 200 óbitos neste país. Também houve transmissão comprovada para humanos, eqüinos e aves no Canadá, no México, América Central e Caribe.

Fonte: Jornal Diário do Povo

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