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Perito do Rio Grande do Sul recolhe material genético de suspeitos da chacina de Alegrete

Peritos do Piauí acompanham a equipe do Rio Grande do Sul que se deslocou ao Estado para atuar no caso da chacina em Alegrete do Piauí, ocorrida no dia 18 de agosto, no povoado Boa Vista. Ao todo seis pessoas da mesma família foram executadas à queima roupa. Cinco suspeitos, da mesma família, estão presos no município de Fronteiras, a 400 km de Teresina.

Os peritos gaúchos chegaram à Teresina, nesta segunda-feira (31). A equipe é formada pela diretora de perícia laboratorial, Bianca Almeida de Carvalho e o perito Eduardo Stumvoll, que foram apresentados em entrevista coletiva. A dupla já trabalhou no caso do menino Bernardo, que teve grande repercussão em todo o país.

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Os dois se somam a especialistas do Instituto de Criminalística do Piauí e trabalharão para identificar digitais que não foram detectadas no primeiro exame e identificar perfis de DNA.

A perita criminal piauiense, Adilana Gomes Soares, conta que os especialistas que se deslocaram ao interior do Piauí tentaram coletar amostras de saliva dos suspeitos, para que sejam realizados os testes de DNA. Durante as investigações, a Polícia Civil coletou roupas, além de dois sapatos com manchas de sangue.

“Todos os vestígios de crime são enviados para o laboratório de análise do Instituto de Criminalística do Piauí. O material é analisado e se encontrado algum vestígio, há a coleta e em seguida enviamos tudo para outro Estado”, explica Adilana Gomes.

A perita criminal destaca ainda que os vestígios coletados no material apreendido serão comparados com o perfil das vítimas. Se houver digitais nos cartuchos deflagrados e apreendidos  no local do crime será traçado o perfil dos acusados.

A equipe de peritos, um do Piauí e outro do Rio Grande do Sul, que foi ao interior do Piauí, retornará à capital ainda hoje. Na madrugada de terça-feira (31), os peritos piauienses e gaúchos viajam para Porto Alegre para análise do material no laboratório de processamento de amostras para exames de DNA.

“Viajamos hoje e a previsão de retorno é dia 09 de setembro. O resultado da análise vai depender da qualidade das amostras, se a gente vai ou não conseguir obter o DNA logo. Caso necessário, vamos demorar mais tempo”, reitera Adilana Gomes.

Cidade Verdec

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