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Piauí é o sexto em desigualdade de renda

[ad#336×280] O Piauí ocupa a 22ª colocação no ranking das unidades federativas do país com a menor redução da desigualdade de condições de vida em dez anos, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo dados divulgados pelo Censo demográfico 2010, a diferença entre os que ganham mais e os que recebem menos caiu para 5,7%. A pesquisa considera o rendimento mensal dos domicílios particulares permanentes, que é a soma das rendas dos moradores independentemente da origem.

O levantamento é baseado no Índice Gini, unidade de medida sobre a concentração de renda em determinados grupos que consiste em um número entre 0, que corresponde à completa igualdade de rendimento, e 1, equivalente à completa desigualdade. No Piauí, em 2000, esse número era de 0,621 e passou para 0,585 em uma década, e no Brasil caiu de 0,597 para 0,567. De acordo com Pedro Soares, supervisor de informações do IBGE, mesmo o Estado sendo o 6º mais desigual, o cenário é positivo e está atrelado a rendas oriundas, sobretudo, de programas sociais.

“O importante é que houve uma redução nesse índice, que quanto mais próximo a zero demonstra a diferença entre os grandes e pequenos. A queda mostra que a melhoria no Índice Gini não foi originado do trabalho, mas de programas sociais”, explica. Santa Catarina foi o estado que registrou o menor índice de desigualdade em dez anos (0,475), o que representa a maior redução com 12%.

Já Distrito Federal, chegou ao maior Índice de Gini do rendimento mensal domiciliar, em 2010, com 0,600. O país continua sendo um dos mais desiguais do mundo, longe da média da União Europeia, cujo Gini, que sobe com a disparidade de rendimentos, chegou a 0,305 em 2010 e no ano passado foi de 0,290 na Alemanha, 0,308 na França e 0,244 na Suécia.

Fonte: portalodia.com

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