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Piauí registra 98 casos de H1N1; mulheres são maioria entre os casos confirmados

O boletim foi divulgado nesta sexta-feira (10) pela Secretaria de Estado da Saúde.

Em meio a pandemia do coronavírus, outras doenças causadas por vírus respiratórios têm atingido a população. No Piauí, 98 casos de H1N1 e quatro de Influenza B foram registrados este ano, conforme o boletim epidemiológico divulgado nessa sexta-feira (10) pela Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi).

Entre os casos confirmados de Influenza por sexo, as mulheres são as maiores infectadas, sendo 52 com H1N1 e uma com a Influenza B. Já os homens foram 46 casos de H1N1 e três de Influenza B.

Doenças por vírus respiratórios — Foto: Divulgação

No estado, 41 casos de coronavírus foram confirmados e sete pessoas morreram com Covid-19. Outras doenças causadas por vírus respiratórios foram: Parainfluenza (7 casos), co-detecção (4 casos), vírus sincicial respiratório (28 casos) e Metapneumovírus (20).

Vacinação contra a gripe

A vacina contra a gripe não protege contra o novo coronavírus, mas, sim, contra tipos de influenza (família à qual pertence o H1N1). A Sesapi divulgou um novo calendário de vacinação contra a gripe.

A segunda fase da campanha inicia dia 16 de abril e incluiu caminhoneiros e motoristas de transportes coletivo no grupo prioritário. Além dessas categorias, a segunda fase contempla doentes crônicos profissionais das forças de segurança e salvamento.

A campanha de vacinação segue até 22 de maio, com o dia “D” de mobilização nacional previsto para o dia 9 de maio. A meta para o Piauí é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários.

1ª fase (a partir de 23 de março): Idosos com 60 anos ou mais e Trabalhadores da saúde.
2ª fase (a partir de 16 abril): Profissionais das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários.
3ª fase (de 9 a 22 de maio): Professores, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto, população indígena, ressoas acima de 55 anos e pessoas com deficiência.

Fonte: Catarina Costa, G1 PI

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