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Picos terá projeto-piloto para tratamento do lixo

[ad#336×280]O governador Wilson Martins (PSB) determinou ontem a implantação de projeto-piloto para o tratamento de resíduos sólidos nos municípios de Picos e Parnaíba. A iniciativa pioneira deve ser inserida no Plano Estadual de Resíduos Sólidos que está em fase de elaboração pela Secretaria Estadual das Cidades (Secid).

“Temos um projeto-piloto que será executado via Secretaria Estadual do Trabalho na região de Picos, voltado para a adequada destinação do lixo e inclusão produtiva através de trabalho junto às associações de catadores. Vamos também executar um projeto-piloto semelhante na região de Parnaíba e instalar dez aterros sanitários em cidades do interior”, disse o governador Wilson Martins durante reunião com gestores das secretarias estaduais de Cidades, Meio Ambiente, Saúde, Trabalho, Desenvolvimento Rural e Fazenda.

Lixão de Picos
Lixão de Picos

O projeto-piloto de Picos, que aplicará R$ 14 milhões oriundos do Ministério do Trabalho e Emprego e do Governo do Estado, prevê a instalação de um local para triagem de lixo reciclável e usina para transformação de lixo orgânico em adubo. A matéria-prima utilizada virá de municípios circunvizinhos, como São José do Piauí, Bocaina, Sussuapara, Geminiano, Vila Nova do Piauí e Santo Antônio de Lisboa.

Segundo o governador Wilson Martins, a ideia é executar, ainda este ano, um projeto semelhante na região Norte, tendo Parnaíba como polo, além de implementar projetos menores, como instalação de aterros sanitários, em cidades pequenas do interior do Estado, mas sempre buscando envolver associações de catadores.

“A obrigação em relação à questão do lixo é dos municípios, cabendo ao Estado disciplinar a Política de Resíduos Sólidos. Mas o Governo do Estado entende como importante ajudar as prefeituras, fazer essa parceria”, afirmou Wilson Martins.

Segundo a Lei 12.305 da Política Nacional de Resíduos Sólidos, até 2014, devem ser extintos os depósitos de lixo a céu aberto. O Plano Estadual prevê a substituição dessas áreas, conhecidas como lixões, por aterros sanitários e o incentivo às cooperativas que trabalham com a reciclagem do lixo. Com informações do Jornal Meio Norte

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